The Christian Post > Entretenimento|Qui, 27 Nov. 2014 08:30 AM EST

A atriz Glenn Close abordou sobre sua educação religiosa, guiada por líder grato a Hitler

Famosa pela personagem Cruella De Vil, Glenn apontou que o MRA lhe trouxe conflitos

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post

A atriz norte-americana Glenn Close falou recentemente sobre sua rigorosa educação religiosa, que incluiu vários anos de ensino do movimento cristão Moral Re-Armament ("MRA" ou "Rearmamento Moral"), grupo muitas vezes classificado como uma seita.

  • Glenn Close
    (Foto: Divulgação)
    Cruella De Vil, vilã do filme 101 Dálmatas, vivida pela atriz Glenn Close.

Conhecida por viver a vilã Cruella De Vil no filme 101 Dálmatas, Glenn relata que teria dificuldade de estar sob a guarda de seus impulsos interiores, em função da orientação religiosa que recebeu do MRA.

"Eu não confiaria em nenhum dos meus instintos, pois [as minhas crenças] foram ditadas a mim", afirmou a atriz ao The Hollywood Reporter.

Em seu depoimento, ela indica que o MRA lhe trouxe conflitos, entre oferecer o sentido de união e ter que passar por imposições controversas, sob a liderança do Rev. Frank Buchman.

Buchman fundou o movimento espiritual no final da década de 1930 sob o alicerce de quatro valores fundamentais: honestidade, pureza, altruísmo e amor.

Com o grupo, o reverendo tentou transmitir a ideia de que pessoas privilegiadas com a orientação especial de Deus, estavam sem pecado e tinham o dever de ensinar o evangelho, e mudar o seu redor.

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Entretanto, diante das boas intenções, Buchman ficou negativamente marcado por certa vez dizer que se sentia grato ao ditador alemão Adolf Hitler, em função de sua posição anti-comunista.

"Agradeço aos céus por um homem como Adolf Hitler construir uma linha de frente de defesa contra o anti-Cristo do comunismo", declarou o líder do MRA.

E segundo o depoimento de Glenn Close, o espírito de Buchman tinha um lado ditadorial, já que ele vigiava seu "rebanho" com olhar grave, limitando e detalhando a vida dos fiéis.

"Você basicamente não era autorizado a fazer qualquer coisa, pois se sentiria culpado por qualquer desejo não natural", explicou ela.

Ela também revela que o grupo dificultou a relação com seu pai, membro enérgico do MRA. Sem se adaptar, em 1970, ela saiu da organização, que se reformulou em 2001 com o nome de Initiatives of Change ("IofC" ou "Iniciativas de Mudança").

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