Na Argentina o assunto "Aborto" está gerando polêmica. No dia Mundial de Ação pela Saúde das Mulheres comemorado dia 28 de Maio, argentinos a favor do aborto foram as ruas protestar e pedir que o Legislativo discuta um projeto sobre o tema.
(Foto: Creative Commons / drsuparna)“Os brasileirinhos abortados do Realengo” postado no blog Mens Reformata por um membro da Igreja Presbiteriana, continua gerando polêmica ao expor o tema do aborto fazendo alusão ao massacre do Rio de Janeiro, 14 de abril de 2011.
Partidos políticos e sociais e organizações feministas da Argentina pediram aos legisladores que não continuem postergando o projeto de lei apresentado pela Campanha Nacional pelo Direito ao Aborto Legal, Seguro e Gratuito.
O Código Penal argentino permite somente os abortos em casos de perigo para a vida ou à saúde da mãe, violação ou abuso a uma mulher incapacitada.
A revista inglesa Lancet, uma das publicações médicas mais influentes do mundo divulgou no início deste ano uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde comprovando que a taxa de aborto é maior nos países onde a prática é proibida.
A revista ainda publicou que quase metade de todos os abortos feitos no mundo é realizada com altos riscos à mulher.
Em Portugal o aborto foi legalizado em 2007 permitindo a prática até a décima semana de gravidez se assim quiser a mulher independentemente dos motivos.
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No Brasil, recentemente, foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, um projeto que legaliza o aborto em casos de feto encefálico.
A bancada evangélica reagiu apresentando uma proposta de emenda constitucional para incluir na Carta Magna o termo “desde a concepção”, no artigo que trata da inviolabilidade do direito à vida.
Se aprovada pelo Congresso, a mudança poderia tornar ilegais toda forma de aborto.
Para que o aborto encefálico torne-se Lei no Brasil, o projeto ainda precisa tramitar por outras duas comissões do Senado, depois pela Câmara dos Deputados.
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