Apesar dos esforços da Apple, a companhia de segurança virtual Symantec revelou nesta segunda-feira (16) que 140 mil Macs ainda estão infectados pela praga Flashback.
As informações foram apresentadas quatro dias depois de a Apple ter introduzido uma solução aos seus consumidores, com um software que remove o antivírus.
Além da Apple, outras empresas de segurança (caso da Symantec, a F-Secure e a Kaspersky) também disponibilizaram aplicativos para download que cuidam de sanar a invasão do vírus.
Mesmo com os dados desfavoráveis, a Symantec segue otimista ao deduzir que o número de máquinas contaminadas teria diminuído desde as medidas tomadas para o problema.
As fabricantes de antivírus detem controle da ação do malware Flashback ao se interligarem às máquinas corrompidas através de um sistema chamado "sinkhole".
Com o "sinkhole", elas obtêm uma transcrição de registros que indicam o que acontece com o computador Mac na ação do Flashback.
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A companhia de antivírus russa, Dr. Web, apontou as primeiras estatísticas que apresentavam cerca de 650 mil Macs impregnadas com o vírus, de acordo com o site G1.
Esta mesma empresa, indicou que mais de 1.500 computadores da Apple foram infectados no Brasil.
No dia 10 de abril, o total de máquinas com o problema começou a ser reduzido com a apresentação do Flashback Checker e outras ferramentas utilizadas para detectar a infecção.
Já no dia 12, a Apple apresentou um upgrade para o sistema Java, que alterava o plugin deste dispositivo no browser Safari, e assim removia o malware.
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