Depois de empresa de tecnologia chinesa alegar que a Apple violou sua marca registrada ‘iPad’, a empresa norte-americana defende os seus direitos de uso do nome em uma audiência “calorosa”, nesta quarta-feira.
(Creative Commons / Marcus Qwertyus)Com as versões do Ipad 2 Steve Jobs de certa maneira tem auxiliado na comodidade dos aplicativos bíblicos para os cristãos, 12 de abril de 2011.
A empresa de tecnologia chinesa Shenzhen Proview Technology está processando a Apple para parar de vender o iPad na China com este nome e pretende abrir mais processos contra a empresa americana em outras cidades. A Proview negou ter vendido os direitos da marca iPad para uma subsidiária da Apple em 2009.
A Apple afirma que comprou os direitos de marca por $55,000 e disse que a Proview violou o contrato de venda ao não transferir os direitos de marca na China continental.
O advogado da Proview, Xie Xianghui, afirmou que o acordo de venda da marca não é válido sob a lei chinesa.
“A Apple não tem direito de vender iPads sob esse nome”, disse Xie, segundo a USA today. “O acordo para vender a marca não é válido sob a lei chinesa”.
A Apple alegou também que o produtor de LCD da China não vem comercializando ou vendendo o seu ‘iPad’, o que pode invalidar a reclamação pela marca.
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"A Proview não tem produto, não tem mercados, não tem clientes e não tem fornecedores. A empresa não tem coisa alguma", disse Hu Jinnan, sócio no escritório de advocacia Guangdong Shendadi, que representa a Apple no processo, ao tribunal, relatou o Terra.
Os advogados da Apple querem prova de que a empresa chinesa esteja realmente comercializando o “iPad”. Eles ainda exigem garantias da Proview de pagar compensação por eventuais perdas pela suspensão de vendas dos iPads na pendência de uma decisão final sobre a propriedade da marca.
A Proview respondeu que sim e que pode pagar “em dinheiro”.
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