The Christian Post > Mundo|Ter, 22 Abr. 2014 15:01 PM EST

Apresentador de TV dos EUA inicia campanha contra o racismo para frisar que todos somos iguais

AJ Calloway ressalta que é necessário lembrar da humanidade para combater o racismo

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post

Depois de passar por situações de discriminação na infância, AJ Calloway, apresentador de TV nos EUA, iniciou uma mobilização por todo o país contra o racismo na última semana, sob o discurso de "Sou Humano", destinado a frisar que todos são iguais independente da cor.

  • AJ Calloway
    (Foto: Reprodução/Facebook)
    O apresentador AJ Calloway à direita, ao lado da apresentadora Oprah Winfrey.

Para Calloway, algumas vezes é necessário oferecer uma palavra de alento ou um gesto de apoio para crianças negras lembrarem o seu devido valor, além de perceberem que sempre terão amparo diante de adversidades como o preconceito.

"Nós somos seres humanos, mas esquecemos de como agir e tratar uns aos outros com humanidade, e eu sinto que nossos jovens rapazes negros às vezes não se sentem como humanos. Eles não se sentem amados. Eles não têm alguém para dizer 'eu te amo'", avalia o apresentador.

Na sequência, Calloway explica que a falta de reconhecimento da humanidade de meninos negros alimenta um ciclo de raiva e ressentimento, já que ao saírem na rua muitos não sabem a maneira adequada de reagir, pelo receio de serem tratados de forma negativa.

Para explicar seu discurso, o apresentador lembra do caso de Trayvon Martin, jovem negro morto aos 17 anos, quando foi alvejado por tiro disparado pelo segurança George Zimmerman. Martin teria recebido o tiro quando circulava ao redor de um condomínio, vigiado por Zimmerman que teria disparado sua arma supostamente por racismo.

Calloway aponta que se Martin tivesse sido visto como humano, "talvez ele ainda estaria vivo hoje". Ao acrescentar, ele ainda ressalta que deveria haver a conscientização de que por trás do jovem há um casal de pais, que foram submetidos a dor de perder um filho.

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Ao final, ele também revela que passou por uma série de situações simplesmente por ser afro-americano, quando criança na cidade de Maplewood, em Nova Jersey (EUA), e indica que hoje tenta repassar toda sua bagagem de vida para que as pessoas se tornem mais fortes diante do racismo.

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