The Christian Post > Cotidiano|Seg, 26 Mar. 2012 12:28 PM EST

Arma de choque elétrico faz nova vítima

PorKeyla Cezini | Correspondente do The Christian Post

Mais um brasileiro foi morto por arma de choque. Dessa vez em Florianópolis, Santa Catarina. Segundo informações da Polícia Civil, Carlos Barbossa Meldola, de 33 anos, morreu na madrugada deste domingo (25), após ser imobilizado por uma pistola taser.

A esposa da vítima contou que Carlos consumiu grande quantidade de drogas na noite de sábado e estava tendo alucinações, dizendo que era perseguido.

Ele começou a quebrar móveis dentro do apartamento do casal e, quando a polícia chegou, ameaçava se jogar da janela. Houve, então, a tentativa de imobilizá-lo com a pistola.

Quando atingido pela arma, que produz contração muscular, Carlos se escorou na parede. No momento que o colocaram no chão, os policiais perceberam que ele estava desmaiado. Houve tentativa frustrada de reanimação, afirmou o delegado Antonio Claudio de Seixas Joca.

A polícia vai instaurar inquérito e ouvir os policiais militares envolvidos. Segundo o delegado, ele aguarda laudos periciais para atestar a causa da morte de Carlos.

Jovem morto em Sidney

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No último dia 1º, o estudante Roberto Laudisio Curti, de 21 anos, foi morto pela polícia de Sydney, na Austrália, depois de receber vários choques de taser.

Segundo testemunhas, o brasileiro foi alvo de três ou quatro disparos da arma, efetuados por uma patrulha acionada após o roubo de um pacote de biscoitos em uma loja de conveniência.

Ele desmaiou, parou de respirar, e os policiais chamaram o socorro médico, mas quando a ambulância chegou Curti já estava morto.

O brasileiro estava na Austrália há seis meses para estudar inglês. Em entrevistas a diversos veículos, os familiares afirmaram não acreditar que Roberto havia cometido furto.

Médico afirma que arma pode ser letal

Para o cardiologista Sérgio Timerman, do Instituto do Coração, os choques da arma taser com certeza são danosos para saúde.

"É um choque grande com uma onda de propagação pequena. Ele se propaga muito pouco dentro do organismo da pessoa” enfatizou o médico.

“Diz-se que o taser é uma arma não letal. É uma mentira. É uma arma de baixa letalidade, mas ela pode ser letal", concluiu o médico em entrevista ao Fantástico.

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