The Christian Post > Cotidiano|Qui, 5 Jul. 2012 11:09 AM EST

Bebê sobrevive à hepatite fulminante depois de transplante inédito, ‘é um milagre’ diz a mãe

PorAndrea Madambashi | Repórter do The Christian Post

Um bebê com dois meses sobreviveu a uma hepatite fulminante após receber um transplante de fígado inédito de uma menina que, por fatalidade, morreu dois dias depois, e deu a bênção para Artur.

  • Artur
    (Foto: Reprodução EPTV)
    Artur, um bebê com dois meses sobreviveu a uma hepatite fulminante após receber um transplante de fígado inédito de uma menina que, por fatalidade, morreu dois dias depois e deu bênção ao bebê.

A hepatite fulminante deteriora as funções do fígado e na maioria das vezes leva à morte. Artur começou a ter diarréia e foi depois constatado que seu fígado havia parado e precisava de um transplante urgente.

“A doença evolui muito rápido para óbito”, disse Ênio David Mente, coordenador do transplante hepático no Hospital das Clínicas em Ribeirão Preto.

A doadora foi uma menina que morreu de meningite. A glândula teve que ser reduzida em três vezes para se adaptar ao organismo do bebê.

“A gente recebeu uma benção dessa família que perdeu uma criança e doou o órgão. A gente diz que é um milagre, porque recebemos nosso filho de volta”, afirma a mãe Elaine Argenton Cristófaro, segundo o G1.

Foi uma luta contra o temo relembrou a mãe. Artur estava já com a pele amarelada e inchada e suas fezes constantemente vinham com sangue. Os remédios para limpar as impurezas do sangue já não estavam fazendo efeito e a saída era fazer o complicado procedimento cirúrgico, que poderia não dar certo.

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“Era uma corrida contra o tempo, pois ele estava piorando a cada dia”, conta a mãe.

O primeiro desafio foi conseguir um doador. Artur foi levado ao Hospital das Clínicas de São Paulo na terça-feira e na quinta-feira ele conseguiu o fígado de sua doadora.

A partir daí, os médicos tinham o desafio de adaptar o órgão que era de uma criança de 7 anos, para Artur de dois meses, procedimento que exige uma manipulação muito minuciosa.

Depois de dez horas de desespero, a notícia veio de que Artur havia recebido o novo órgão e ficaria apenas três dias em observação antes de voltar para casa.

Segundo a mãe, hoje, o bebê com quatro meses, é “perfeito”, “mama, brinca e dorme normalmente, como se tivesse nascido de novo para os seus pais”.

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