The Christian Post > Política|Qua, 21 Jul. 2010 00:49 AM EST

Candidata ao Supremo Tribunal Kagan Aprovada pelo Painel

PorNathan Black | Repórter do Christian Post tradutor Rodrigo L. Albuquerque

Um painel do Senado votou, terça-feira, para enviar ao Supremo Tribunal nomeação de Elena Kagan para o Senado para a confirmação.

  • Kagan-confirmed
    (Foto: AP / Alex Brandon)
    Candidata ao Supremo Tribunal, Elena Kagan sai de sua sede no Capitólio, em Washington, quarta-feira, 30 de junho, 2010, após prestar depoimento perante o Comitê Judiciário do Senado audiência sobre sua nomeação.

Após o atraso de uma semana da votação, o Comitê Judiciário do Senado votou 13 a 6 para apoiá-la. O senador Lindsey Graham da Carolina do Sul foi o único republicano a apoiar Kagan.

Antes da votação, o senador Jeff Sessions (R-Ala.), membro da comissão de avaliação, anunciou que iria se opor à Kagan, citando a sua falta de experiência judicial e acusando-a de colocar a sua política acima da lei, de acordo com um editorial no USA Today.

"O povo americano quer juízes que, imparcialmente, sigam o texto da Constituição," escreveu ele. "Eles rejeitam os juízes que usam seu poder para impor suas próprias opiniões políticas - liberais ou conservadoras - sobre a nação."

Grupos conservadores dizem que a confirmação de Kagan significaria que nomear alguém que, nas próximas décadas, forçaria os contribuintes a apoiarem o aborto sob demanda.

"Nós sabemos agora que Elena Kagan aconselhou Thurgood Marshall, para quem ela trabalhava, para votar no financiamento do contribuinte obrigatório de aborto sob demanda," disse Ken Blackwell, pesquisador sênior da Family Empowerment na Family Research Council. "Kagan continuou sua militância pró-aborto, servindo Bill Clinton como conselheira de política interna."

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Em um memorando de 1988, para Marshall, Kagan escreveu que a decisão de um tribunal para forçar os contribuintes a pagar os abortos eletivos dos prisioneiros foi "bem-intencionado." Ela também chamou as partes da decisão "absurda."

Mais tarde, enquanto servia como conselheira da Casa Branca de Clinton, Kagan provou ser "instrumental," como afirmou Sessions, na contenção da legislação para limitar o aborto por nascimento parcial.

Os democratas esperam para confirmar Kagan antes do recesso do Senado, em agosto.

Kagan é o ex-reitora da Faculdade de Direito de Harvard e, atualmente, o procuradora geral dos Estados Unidos. Ela foi nomeada em maio pelo presidente Barack Obama para substituir o aposentado da Justiça, John Paul Stevens.

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