The Christian Post > Política|Qua, 21 Jul. 2010 17:49 PM EST

Conselho Wichita Mantém Orações nas Reuniões

PorNathan Black | Repórter do Christian Post tradutor Rodrigo L. Albuquerque

O Conselho Municipal de Wichita, em Kansas, vai continuar a ter as invocações antes de cada reunião, apesar dos protestos por um grupo de humanistas.

"Não posso concordar com a afirmação de que a religião não tem lugar. Ela tem um lugar na nossa vida inteira. Não é só aqui na prefeitura," disse a vereadora Sue Schlapp, na terça-feira. "Então eu acho que não podemos excluir isso da minha vida diária, apenas porque ando na prefeitura."

Vickie Sandell Stangl, presidente da divisão Great Plains dos Americanos Unidos pela Separação da Igreja e do Estado, trouxe a sua preocupação perante os membros do Conselho na sua reunião de terça-feira.

Ela argumentou, "não há nenhuma boa razão para usar o tempo para expressar a opinião pública privada. O único objetivo real parece ser uma elevação de piedade funcionários públicos" ante à cidadania."

"Invocações antes das reuniões do governo só servem para promover a religião," acrescentou, observando que a maioria das chamadas foram cristãs. "Negócios públicos devem estar livres do sentimento religioso."

Três membros do Conselho discordaram da argumentação de Stangl.

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O Vereador Paul Gray disse que quase todas as culturas e cantos da vida estabeleceram alguma forma de religião. E embora havendo muitas citações do filósofo britânico do século 17, John Locke, quando defendia a separação entre Igreja e Estado, Gray sublinhou que estas palavras não são encontradas no documento que tenha alguma relevância - a Constituição EUA.

"M'am, este não é um debate aberto," disse Gray.

Ele e outros sobre o Conselho notaram, no entanto, que eles garantem que todos têm a oportunidade de expressar sua opinião, celebrar a sua religião e dar a invocação nas suas reuniões.

"Mas isso não nos obriga a ter uma ausência de religião, porque algumas pessoas lá fora, a maioria muito magra, sentem-se ofendidas," acrescentou Gray. "Acho que a maioria do país não tem um problema, desde que todo mundo receba uma justa representação."

Na terça-feira, Michael Alderfer das Grandes Planícies da UA, preencheu a brecha da invocação com um breve discurso.

"Cada um de nós possui a habilidade de usar a razão e compaixão," afirmou, depois de incentivar os participantes a olharem um para o outro ao invés de curvarem a cabeça. "Não vamos apenas olhar para o céu em busca de inspiração, mas também uns aos outros e abrir nossos olhos para aceitar a realidade que nos confronta, sem perder de vista os nossos ideais do que poderia ser. Com o uso prudente da razão e da compaixão, podemos assegurar a continuação do sucesso desta grande cidade."

Depois da fala de Alderfer, Schlapp decidiu abençoar a reunião.

"Eu acredito que toda a bondade flui de nosso Pai Celestial, e eu gostaria de abençoar este encontro, esta manhã," disse ela.

Se a Câmara Municipal pretende continuar com as invocações antes de cada reunião, Stangl sugeriu que elas fossem mais diversificadas para incluir pessoas como Wiccans e humanistas.

O Prefeito Carl Brewer disse que a invocação já reflete a diversidade da comunidade.

"A Prefeitura é hall de todos da cidade," assegurou.

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