O corpo da engenheira Patrícia Amieiro desaparecida desde 2008 pode ser encontrado dentro de um sítio, na Estrada de Jacarepaguá, no Itanhangá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
(Foto: Divulgação)Engenheira desaparecida desde 2008, Patrícia Amieiro Franco.
Nesta quinta-feira, os pais de Patrícia fizeram o reconhecimento de algumas roupas que foram encontradas no local, e segundo eles, as roupas podem ser da filha.
Antônio Celso, o pai de Patrícia, juntamente com a esposa, Tânia Amieiro, e o filho Adriano, compareceram ao reconhecimento na Divisão de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca, também na zona oeste. Desde terça-feira (10), a família acompanha as buscas pela ossada de Patrícia no local.
As investigações no sítio começaram depois de uma denúncia anônima que levou cerca de 50 agentes da DH, do Ministério Público e do Corpo de Bombeiros a retomarem as buscas. Segundo a denúncia, o sítio possui um cemitério clandestino, onde estariam enterrados outros corpos de vítimas de homicídios.
A polícia conta com uma retroescavadeira e um radar de solo capaz de identificar se a terra foi remexida a uma profundidade de 10 metros. O proprietário do sítio identificado como Juazieldo Pontes Miguel ainda não foi encontrado pela polícia.
De acordo com a delegada assistente da DH, Renata Araújo, não há um prazo definido para finalizar as buscas, que foi inicialmente programada para levar três dias.
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Patrícia desapareceu em 14 de junho de 2008, quando retornava de uma festa e seguia para a sua casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste. O carro em que ela dirigia foi encontrado com marcas de tiro e quatro policiais foram acusados da morte e ocultação do corpo.
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