The Christian Post > Mundo|Ter, 14 Set. 2010 18:15 PM EST

EA (UK) Insta 'Todos' os Cristãos a Darem Boas-Vindas à Visita do Papa

PorLawrence D. Jones | Repórter do Christian Post tradutor Amanda Gigliotti

O maior corpo de evangélicos no Reino Unido, diz que os Cristãos de todas as denominações deveriam "dar boas-vindas sinceramente" à visita desta semana do Papa Bento XVI.

Isto é, se eles querem proteger seu direito de praticar livremente a sua fé "na sequência da crescente hostilidade de um pequeno número de pessoas influentes promovendo uma agenda secular."

Durante a primeira visita papal ao Reino Unido em 28 anos, o Papa é esperado entregar as observações sobre o que foi descrito como uma agenda de crescimento "secular."

"Houve um certo número de casos de alta visibilidade que envolvem ordens de mordaça aos Cristãos compartilhando sua fé no trabalho, orando pelas pessoas e praticando a sua fé em obediência aos ensinamentos bíblicos no local de trabalho," observa Steve Clifford, diretor-geral da Aliança Evangélica, que representa cerca de um milhão de evangélicos no Reino Unido.

"Embora nem todos os Cristãos compartilhem a posição do Papa ou da Igreja Católica sobre algumas questões, devemos saudar a sua visita em prol da luta pela liberdade religiosa," acrescentou Clifford.

No início deste ano, Bento XVI criticou o governo britânico pela sua introdução da legislação de igualdade que ele descreveu como "injusta" e que "viola a lei natural," porque isso barra os os adoradores da verdade de suas crenças.

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A Lei da Igualdade, de 2010, que está programada para entrar em pleno vigor em 1º de outubro, exige igualdade de tratamento no acesso ao emprego, bem como aos serviços públicos e privados, independentemente do sexo, raça, deficiência, orientação sexual, crença e idade.

Embora o projeto tenha uma isenção que abrange os ministros da religião, críticos dizem que a legislação pode levar à repressão dos empregadores fiéis que decidirem contra suas crenças, empregando os homossexuais. Empresas e organizações podem também sentirem-se forçados a impedir os trabalhadores cristãos de seguirem razoavelmente suas crenças, enquanto a lei permite que a equipe obtenha compensação por parte dos empregadores que deixam de tomar as medidas necessárias para protegê-los de qualquer forma de discriminação.

Desde que a legislação foi aprovada, um número de Cristãos dizem ter perdido os seus empregos ou enfrentaram a ação disciplinar por praticarem sua fé no trabalho, usando um crucifixo ou por compartilharem suas opiniões sobre o ensino bíblico.

Enquanto não se espera que o papa trate a política do governo diretamente durante sua visita esta semana, o pontífice irá, alegadamente, deixar claro que os Cristãos e pessoas de outras religiões não devem perder a sua liberdade em detrimento da ênfase de um Estado secular na igualdade, de acordo com altas fontes católicas romanas.

Escrevendo em The Sunday Telegraph, o reverendo Vincent Nichols, líder da Igreja Católica na Inglaterra e no País de Gales, disse que Bento XVI sublinha que a crença religiosa não deve ser visto como fonte de divisão, mas como "uma fonte de energia e inspiração."

"Quando nós nos esquecemos, minimizamos ou até mesmo rejeitamos essa herança, então corremos o risco de perder a nossa identidade profunda e criando um vazio de valores no coração da nossa sociedade," afirmou.

O papa é esperado chegar na Grã-Bretanha, na quinta-feira, para o início de uma visita de quatro dias em Glasgow, Londres e Birmingham, e reuniões com os líderes da Igreja e do governo.

O bispo anglicano de Chicester, o Rt. Rev. John Hind, disse que a visita de Bento XVI "deve ser um incentivo real para os Cristãos de todas as denominações em um momento de hostilidade quase sem precedentes ao Cristianismo neste país."

"Peço a todos os membros da diocese para orarem fervorosamente para que o Papa e nosso próprio Arcebispo à medida que procurem apresentar a fé perene da Igreja em tempos de mudança," o bispo da Igreja da Inglaterra afirmou em uma mensagem ao clero da diocese no fim de semana.

A Aliança Evangélica (EA), entretanto, disse espera que a visita do Papa "funcione como um catalisador” para a sociedade proteger a liberdade religiosa na Grã-Bretanha e no exterior.

"A religião não é algo que fazemos na Igreja no domingo," argumenta o líder da EA, Clifford. "é uma realidade que afeta todas as áreas de nossas vidas."

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