The Christian Post > Cotidiano|Qua, 10 Abr. 2013 16:18 PM EST

Culto do pastor Marco Feliciano é invadido por casal homossexual

Beijo gay de lésbicas durante a pregação foi parar nas redes sociais

PorGiana Guterres | Correspondente do The Christian Post

Uma foto compartilhada por um membro de uma igreja onde o pastor Marco Feliciano esteve no final de semana, se transformou em viral nas redes sociais. Enquanto ministrava a pregação, a imagem mostra duas mulheres se beijando em protesto ao também deputado Marco Feliciano.

  • Marco Feliciano
    (Foto:Divulgação/Marco Feliciano)
    Pastor Marco Feliciano ministrando durante culto.

A foto rapidamente tomou conta do Facebook e foi compartilhada milhares de vezes. Um amplo debate sobre a situação se formou entre evangélicos e simpatizantes e ativistas da causa homossexual.

O culto aconteceu na Assembleia de Deus de Belém, no Pará. “Vejam o absurdo, os ativistas gays realmente não merecem nenhum respeito! O local de culto é protegido por nossa constituição federal, mesmo assim eles não respeitam... Estamos em guerra!”, escreveu Levi Muniz ao postar a foto. A imagem já passa de quarenta mil compartilhamentos no Facebook.

“Mas eles já fazem isso como deboche. Se os tais lutaram por seus direitos, está na hora de nós cristãos lutar pelos nossos. Afinal, vivemos em um país democrata... Temos direitos sobre a lei ou não? Se falamos algo do qual eles se sentem ofendidos, caem de pau encima dos cristãos... E quando se trata de nos ofender, cadê a lei a nosso favor?”, comentou a usuária Andressa Santos na foto.

“Na minha opinião devemos nos manifestar sim com nossas palavras, mas eu acredito que o que mais precisamos é nos dedicar a oração, para que tenhamos autoridade e poder para demonstrar que Deus é a favor da nossa pregação contra o homossexualismo”, também escreveu Geraldo Cândido Trindade.

O artigo 208 do Código Penal categoriza situações de perturbação em cultos religiosos como possível pena de até um ano de detenção. “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”, informa o texto jurídico.

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