The Christian Post > Cristianismo|Qui, 28 Fev. 2013 16:14 PM EST

Defesa da vida guia posicionamento dos juristas cristãos que participaram do ENAJURE

Encontro discutiu aborto, clonagem, eutanásia e outras polêmicas da bioética

PorMaria Carolina Caiafa | Correspondente do The Christian Post

O 1º Encontro Nacional de Juristas Evangélicos - ENAJURE - focou a importância da defesa da vida como direito fundamental, que alicerça todos os outros, e guia os comportamentos e as decisões. O evento que aconteceu em Campina Grande (PB) no início de fevereiro trabalhou nas relações complexas entre Direito, Fé Cristã e Bioética.

  • aborto feto
    (Foto: Creative Commons / drsuparna)
    “Os brasileirinhos abortados do Realengo” postado no blog Mens Reformata por um membro da Igreja Presbiteriana, continua gerando polêmica ao expor o tema do aborto fazendo alusão ao massacre do Rio de Janeiro, 14 de abril de 2011.

“A vida é o especial apreço da criação divina, por assim ser, o principal bem a ser tutelado pelo Direito, de tal modo que sem ela não há como cultivar ou defender as Liberdades Civis Fundamentais. Por isso mesmo, somos contrários a qualquer forma de depreciação, mitigação ou extinção da vida humana, ainda que na concepção. A dignidade da pessoa humana é o nosso lema de partida e de chegada”, defendeu Uziel Santana, presidente da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE).

O evento discutiu o aborto, a eugenia, a fertilização in vitro, a clonagem, a pré-seleção de sexo, as pesquisas com células-tronco, a ortotanásia (suspender os medicamentos em pacientes considerados irrecuperáveis e mediante a sua vontade expressa) e a eutanásia (abreviar a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista). A ANJURE trabalha ainda com a responsabilidade moral e as consequências jurídicas para os cientistas.

Antonio Carlos Junior argumenta que a defesa da vida humana desde a concepção tem base científica, reforçando o pensamento da fé cristã. Ele considera ainda a importância da reunião dos juristas e do constante debate: “em nosso contexto de secularização e pluralismo cultural, permanece legítimo que apresentemos argumentos de fundo teológico no espaço público; afinal, estamos num Estado Democrático de Direito. Além disso, não podemos deixar de intervir e tentar influenciar nosso contexto, mesmo porque um dos papéis do cristão reside na busca pela justiça, paz social e dignidade da pessoa humana”.

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