The Christian Post > Política|Sab, 2 Out. 2010 18:21 PM EST

Desafio Contra o ‘Em Deus Nós Acreditamos’ Mostra Rejeição

PorAudrey Barrick | Repórter do Christian Post tradutor Amanda Gigliotti

Um tribunal distrital federal indeferiu uma ação questionando as gravações de "Em Deus Nós Acreditamos (In God We Trust)" e do Juramento de Fidelidade ao Centro de Visitante do Capitol, em Washington.

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    (Foto: AP Images / Susan Walsh
    Capitol

O juiz da Corte Distrital dos EUA, William Conley, decidiu na quarta-feira que faltou representatividade para o Freedom From Religion Foundation (FFRF), que entrou com a ação no verão passado.

"A FFRF não estabeleceu a representatividade dos contribuintes, porque eles não puderam apontar para nenhuma dotação específica do Congresso para o financiamento da gravação do Mote e do Compromisso. Ao contrário, todas as verbas gastas na realização da direção do Congresso para gravar o lema e compromisso vieram a partir de dotações gerais para o Arquiteto do Capitólio," informou o Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ).

O ACLJ tinha apresentado um amicus curiae, representando 50 membros do Congresso, pedindo para o tribunal rejeitar a ação e argumentando que a inclusão do lema e compromisso no centro de visitantes era consistente com a Primeira Emenda.

"As palavras de ambos Lema e Compromisso ecoaram a convicção dos fundadores desta Nação de que nossas liberdades vêm de Deus," alegou o grupo jurídico conservador. "Enquanto a Primeira Emenda oferece aos ateus total liberdade de crença, também não obriga o Poder Judiciário Federal a redigir referências religiosas em todas as áreas da vida pública, a fim de atender às sensibilidades atéias.

"Este desafio é mais uma tentativa equivocada de alterar a história e purgar a América de referências religiosas."

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Logo antes da abertura do Centro de Visitantes do Capitólio, em 2008, os legisladores conservadores protestaram contra a imprecisões fatuais e a omissão de conteúdo religioso histórico no Centro.

Durante um tour inicial, o senador Jim DeMint (R-SC) observou que a frase "E. Pluribus Unum" - latim "de muitos, um” - foi erroneamente descrito como o lema nacional em vez de "Em Deus Acreditamos (In God We Trust)."

O Congresso aprovou uma resolução comum direcionando para Ayers gravar "Em Deus Acreditamos (In God We Trust)" e “Promessa de Lealdade (Pledge of Allegiance) em destaque no centro.

A FFRF entrou com uma ação, reclamando que as gravações "excluem e tratam como estranhos milhões de americanos adultos que não acreditam em um Deus," e "a língua obrigatória diminui os não-crentes, tornando a crença em Deus sinônimo de cidadania." Madison, organização com sede em Wisconsin, procurou uma sentença que declara que a diretiva do Congresso violou a cláusula de Estabelecimento da Primeira Emenda.

Os legisladores, por sua vez, argumentam que a história verdadeira e exata da história da América deve ser contada.

"Nosso primeiro documento nacional do país, a Declaração de Independência, falou com direitos inalienáveis dados aos americanos por nosso Criador," disse o deputado Harper Gregg (R-Miss) em um comunicado sexta-feira. "Numerosas fontes apontam para a confiança coletiva em Deus dos nossos fundadores sobre a direção e sabedoria enquanto eles redigiram a Constituição dos Estados Unidos.

A intenção clara da resolução do Congresso, disse ele, foi o estabelecimento de dois "lembretes importantes (lema e penhor) da fundação de nosso país."

A FFRF está a considerando reclassificar o caso permanente por razões que não se referem à representatividade do contribuinte.

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