The Christian Post > Cristianismo|Seg, 23 Jun. 2014 10:57 AM EST

Dizer que ‘Jesus é o único caminho’ será considerado como discurso de ódio, segundo pastor

O pastor destaca que o pluralismo será o maior empecilho que os cristãos terão pela frente

PorAlexandre Correia | Tradutor do The Christian Post

O Pluralismo, e não a ideologia de gênero ou a sexualidade, será o maior problema que cada cristão evangélico enfrentará, de acordo com um pastor presbiteriano.

  • Bíblia
    (Foto: Stock.xchng)
    Bíblia é o texto religioso de valor sagrado para o Cristianismo.

Bryan Chapell alertou que cada vez mais "será difícil dizer nesta cultura de que “Jesus é o único caminho”.

"Isso será interpretado como discurso de ódio", Chapell, pastor sênior da Grace Presbyterian Church em Peoria, Illinois (EUA), disse recentemente na 42ª Assembleia Geral da PCA [Presbyterian Church in America], em Houston.

Os membros do PCA se orgulham de seu lema: fiel às Escrituras, fiel à fé reformada, obediente à Grande Comissão de Jesus Cristo. A denominação foi formada em 1973 por aqueles que deixaram o PCUS (Presbyterian Church in the United States) por causa da crescente influência do liberalismo.

Chapell se juntou a uma comissão que discutia sobre o passado, presente e futuro do PCA na assembleia em que os participantes recordaram os primórdios do corpo da igreja, quando tocou nas divisões culturais e geracionais, e previu futuras batalhas.

Sexo e sexualidade são questões importantes para a igreja, ele reconheceu. O PCA, como outras denominações, provavelmente vão continuar a discutir e debater esses assuntos. Mas eles não são os mais urgentes.

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"Se você continuar defender a ‘Cristo somente’ em uma cultura que chama isso de intolerância, esse tema irá nos pressionar no futuro", comentou Chapell, ex-chanceler do Seminário Teológico Covenant, disse.

O pluralismo é o principal inimigo, ele acrescentou, e os presbiterianos devem se unir, apesar das diferenças em questões menores para lutar contra esse inimigo.

Ele encorajou os membros da APC "não ouvirem boatos como se fossem notícias, que tentam nos fazer inimigos uns dos outros", ao debaterem posições teológicas, para na verdade lembrarem quem é o verdadeiro inimigo.

"Nós vamos discordar, às vezes duramente, mas a realidade é que aprendemos a confiar um no outro", afirmou Chapell.

Roy Taylor, secretário declarou do PCA do estado da Geórgia, concordou com as declarações de Chapell e deu um aviso similar.

"Nossos inimigos não são aqueles com quem temos algumas divergências internas no PCA. Nossos inimigos não são os outros cristãos de outras denominações", disse Taylor. "Como a nossa cultura continua a degenerar, estaríamos bem servidos em compreender que os nossos amigos são nossos irmãos e irmãs em Cristo e vamos começar a avançar contra os verdadeiros inimigos do Evangelho".

Os verdadeiros inimigos, disse ele, são o mundo, a carne e o diabo.

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