The Christian Post > Cotidiano|Dom, 27 Nov. 2011 11:16 AM EST

Do Luxo à Cela da Prisão: Veja a Transformação de Danúbia (Nem) Depois de Presa (FOTOS)

PorJussara Teixeira | Colaboradora do The Christian Post

A namorada do traficante mais procurado do Rio de Janeiro, Antônio Bonfim Lopes, o Nem, foi levada à delegacia nesta sexta-feira (25) e já está em uma cela incomunicável na Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza.

  • Danubia
    Divulgação / Seap-RJ
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    Reprodução
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Danúbia de Souza Rangel de repente viu sua vida de luxo e o status de “xerifa” da Rocinha irem por água abaixo com sua detenção por policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Danúbia foi encontrada em um salão de beleza na Rocinha, após denúncias anônimas.

Depois de deixar a 15ª DP (Gávea), na Zona Sul do Rio, por volta das 9h30 do sábado, ela passou por exames no Instituto Médico Legal (IML) e foi levada para o Complexo de Gericinó, na Zona Oeste, segundo informações da assessoria da Polícia Civil.

A mulher do traficante Nem é acusada de associação ao tráfico de drogas, segundo o delegado Carlos Augusto Nogueira, titular da 15ª DP.

Danúbia levava uma vida de muita ostentação e riqueza na comunidade da Rocinha, conhecida por ser habitada por pessoas hulmildes e até carentes. Ela exibia joias, muito ouro, roupas de grife e passeios paradisíacos, tudo bancado pelo tráfico de drogas.

O advogado da namorada de Nem entrou com pedido de habeas corpus, que foi negado prontamente.

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O delegado disse que durante os esclarecimentos na delegacia, Danúbia preferiu ficar em silêncio e chorou em alguns instantes.

Aos autos do processo foram anexados relatórios, depoimentos, informações de moradores e fotos em sites de relacionamento, onde a mulher de Nem aparecia ostentando joias.

Segundo o IG, a polícia agora quer saber a origem do dinheiro com que Danúbia vivia, já que a princípio, ela não tinha emprego.

De acordo com o site SRZD, informações ainda não confirmadas dão conta que o faturamento da operação de venda de drogas na Rocinha chegava a mais de R$ 100 milhões por ano.Em depoimento anterior, Nem afirmou que metade disso era destinado à propina para policiais civis e militares.

O dinheiro que restava era, pelo visto, gasto sem qualquer receio para sustentar o luxo dos que operavam diretamente no tráfico, como Nem, e para os “agregados”, como Danúbia e seus familiares.

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