The Christian Post > Mundo|Sab, 15 Mai. 2010 16:15 PM EST

Evangélicos e a Investigação da Medida Energética Marroquina

PorNathan Black | Repórter do Christian Post tradutor Andrea Madambashi

A delegação dos líderes da Igreja evangélica que visitaram Morrocos apelou ao Rep. Frank Wolf na sexta-feira para que houvesse o adiamento da audiência na recente expulsão dos Cristãos.

“Nós acreditamos que é muito cedo para termos audiência porque muito mais tempo é necessário para determinar fatos e dar a essa questão a atenção que merece,” disse o Rev. Dr. David Anderson, porta-voz para a delegação.

A audiência, conduzida por Wolf (R-Va), está programada para o dia 17 de junho de 2010 para analisar a “natureza austera” das expulsões de mais de 40 Cristãos – alguns do que são cidadãos dos Estados Unidos – que foram acusados de proselitismo.

Wolf disse em uma declaração na quinta-feira que ele tem estado trabalhando com oficiais marroquinos e americanos nos últimos meses em uma tentativa de encontrar uma solução satisfatória, mas o “Governo marroquino parece não estar disposto a se comprometer.”

“Eu senti que é minha responsabilidade falar sobre os abusos dos direitos humanos sendo perpetrados pelo governo marroquino,” afirmou ele.

O proselitismo é ilegal nos países predominantemente muçulmanos. Apesar de Marrocos ter sido reconhecido por sua tolerância religiosa e liberdade, muitos Cristãos expressaram preocupação nos recentes meses com o que alguns acreditam ser uma medida energética nacional contra os Cristãos.

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Entre aqueles que foram ordenados a deixar o país, estavam 16 Cristãos de Aldeia da Esperança (Village of Hope) que estavam cuidando de 33 crianças órfãs e abandonadas. Os trabalhadores vêm servindo como pais de criação por mais de 10 anos com pleno conhecimento do governo e ficaram chocados com a repentina expulsão em Março. Eles refutaram reclamações de proselitismo e mantiveram que eles estavam sendo tolerados pela lei.

De acordo com Wolf, mais 10 estrangeiros foram convidados a deixar o país antes desta semana. O congressista observou que as autoridades marroquinas tinham refutado revolver qualquer evidência ou oferecer qualquer explicação sobre a queixa de proselitismo.

Juntamente com a programação da audiência, Wolf tem chamado o Departamento dos Estados Unidos e a Casa Branca para levantar a questão das autoridades marroquinas.

Mas um grupo de evangélicos que tem conversado com os oficiais do governo e líderes da Igreja em Marrocos disse que investigar a questão publicamente pode ser arriscado.

A equipe de cinco membros foi para Marrocos para “calmamente encontrar um melhor entendimento das circunstâncias complexas que cercam esses eventos problemáticos” e até o momento encontrou que não foram somente os Cristãos aqueles que foram expulsos.

As deportações recentes também envolveram “pelo menos a mesma quantidade de muçulmanos que não-muçulmanos,” disse Anderson.

Com isso, e considerando o valor do relacionamento entre os EUA de Marrocos, a delegação incitou a Wolf para qualquer ação.

“Não está em nenhuma das melhores interesses explorar detalhes dessas alegações publicamente,” enfatizou Anderson da capital de Rabat na sexta-feira. “é melhor tratar disso discretamente e sensitivamente, especialmente considerando o grande número de Cristãos que vivem em Marrocos.”

De acordo com a delegação, o governo marroquino tem decretado um convite para os membros congressionais dos EUA e líderes evangélicos a visitar Marrocos e discutir a situação.

Além de Anderson, que é o pastor sênior da Igreja Batista da Fé (Faith Baptist Church) em Sarasota, Flórida, os membros da delegação incluem: o Rev. Dr. Kenneth Barney da Igreja Batista da Nova Antioquia, em Randallstown, Maryland, o Rev. Patrick J. Mahoney da Coalizão, o Rev. Dr. Rob Schenck do Conselho Clérigo Nacional, e o Rev. Dr. Harry Thomas da Come Alive Internacional.

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