The Christian Post > Política|Sab, 19 Jun. 2010 01:29 AM EST

FDA Sob o Fogo do Novo “Contraceptivo Ella”

PorJennifer Riley | Repórter do Christian Post tradutor Amanda Gigliotti

A Companhia The Food and Drug Administration (FDA) está sob fogo com grupos pró-vida, por causa de uma nova droga sob a consideração dos oponentes que dizem que ele induz o aborto precoce.

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    Charlie Riedel / AP file
    Distribuição nacional do contraceptivo de emergência que iniciou em 6 de novembro de 2006. Neste ano a FDA tem uma nova proposta, a Ulipristal, de nome comercial de Ella, é descrito pela FDA como um “contraceptivo de emergência” que pode prevenir gravidez de até 120 horas após o coito.

Ulipristal, com a proposta de nome comercial de Ella, é descrito pela FDA como um “contraceptivo de emergência” que pode prevenir gravidez de até 120 horas após o coito. O painel consultor da FDA, considerou Ella, votado na quinta-feira, contra recomendações de quaiquer precauções ou rótulos que informariam às mulheres que a droga pode causar um aborto, bem como riscos à saúde.

“Milhões de mulheres americanas, mesmo aquelas dispostas a usar o contraceptivo para prevenir fertilização em várias circunstâncias, pessoalmente, não escolheriam ter um aborto,” disse Cardenal Daniel DiNardo da Galveston-Houston, presidente do Comitê de Atividades Pró-Vida da Conferência Norte-americana de Bispos Católicos, em carta de 17 de junho ao Dr. Margaret Hambur, comissário do FDA.

Ele adicionou, “eles iriram ser um mal servido pela campanha mal-conduzida para apresentar Ullipristal simplesmente como um ‘contraceptivo.’”

DiNardo bem como outros líderes do pró-vida expressaram preocupações de que Ella tem um efeito similar ao medicamento controverso RU-486, uma droga de aborto legal nos Estados Unidos, mas que está sendo descrito como um contraceptivo de emergência, o qual acredita-se que não tem efeitos pós-ingestão.

Ella, eles argumentam, pode ser usado para acabar com a gravidez no tempo de até cinco dias após o coito ou seguido da suspeita de falha de um contraceptivo. “Não intende-se que seja feito o uso rotineiro dele como um contraceptivo,” afirmou a FDA.

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O Conselho de Pesquisa Familiar tem chamado a FDA a incluir a advertência para a pílula, informando às mulheres sobre os riscos envolvidos.

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