The Christian Post > Cotidiano|Ter, 17 Dez. 2013 07:18 AM EST

Feliciano comenta sobre Mandela em entrevista ao portal iG e também nas redes sociais

Ele critica a mídia: ‘o jornal de hoje embrulha o tomate na feira amanhã; a notinha no Face/Twitter amanhã será trocada por outra fofoca’

PorMaria Carolina Caiafa | Correspondente do The Christian Post

O pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) foi entrevistado pelo portal iG sobre a morte do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, que faleceu no início de dezembro, após complicações de problemas pulmonares. A conversa foi publicada na segunda-feira (16) com o título 'Nelson Mandela implantou a cultura da morte', diz Marco Feliciano.

  • marco feliciano
    (Foto: Divulgação)
    Deputado Marco Feliciano (PSC), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM).

Em seguida, o veículo online destacou: “Ao iG, deputado critica líder sul-africano por aprovação de lei que autoriza aborto, revela sonhar com Senado e afirma que em hipótese alguma apoiará reeleição de Dilma”.

No entanto, o religioso não parece ter ficado satisfeito com a repercussão da matéria. Por isso, utilizou o Twitter para esclarecer: “Dei entrevista ao portal iG e perguntaram o que eu achava de MANDELA, disse que era um grande líder, um herói da resistência contra o apartheid... contra a segregação racial. Disse até que meu voto a favor da cota racial era em homenagem a ele, mas disse que não concordava com tudo, pois, quando assumiu o governo da África do Sul, ele sancionou a lei do ABORTO, e o aborto é a cultura da morte. Nem tudo é perfeito”.

Ele concluiu a série de 4 tweets, criticando a mídia e algumas formas de entender as notícias: “mas pior são os ‘preguiçosos’ de plantão que leem apenas a MANCHETE, e não veem conteúdo. O ‘vende’ em notícias é o CLICK, que chama atenção”.

A reportagem lembrou em seu princípio que Feliciano homenageou Mandiba com um minuto de silêncio durante sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.

A publicação colocou as seguintes falas do pastor: “Quem mata uma criança, para mim, não é meu amigo. Então Mandela implantou a cultura que chamamos de cultura da morte dentro da África do Sul. [...] E até hoje os índices de aborto na África do Sul são dos maiores do mundo. Então, nesse quesito, Mandela não foi feliz". E trouxe a seguinte informação sobre o contexto da lei: “Em 1996, a legalização do aborto foi tomada por Mandela com base no alto índice de violência sexual contra a mulher. Segundo autoridades sul-africanas, cerca de 60 mil estupros são denunciados todos os anos no país”.

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No microblog, Marco comentou outra polêmica em que se envolveu na última semana: um vídeo foi reproduzido na web. Nele, Feliciano aparece contando que um fiel teria dado seu carro para sua filha que completou 18 anos neste ano. Sobre isso, o parlamentar afirmou: “Alguns setores da mídia e algumas pessoas não suportam a idéia de me verem de pé, em paz e feliz, após toda perseguição e calúnia... são medíocres e péssimos perdedores. Agora atacam minha família. Não se conformam em ver minha vitória, que é a vitória das famílias. Ainda não entenderam que quanto mais falam de mim mais me propagam e me fortalecem? A covardia de atacar minha família e meus irmãos me enoja. A inveja cega as pessoas... Sou feliz! Estou feliz! Eu e minha casa servimos ao Senhor. Meus irmãos de fé entendem de milagre! Um abraço!”, publicou em 12 de dezembro.

Por fim, disse sobre a imprensa: “ensino minhas filhas: o jornal de hoje embrulha o tomate na feira amanhã; a notinha no Face/Twitter amanhã será trocada por outra fofoca”.

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