The Christian Post > Mundo|Qui, 24 Jul. 2014 13:48 PM EST

Homens se vestem de Bíblia para protestarem contra Israel e ataques na Faixa de Gaza

Os ativistas tarjaram o primeiro ministro israelense como um "criminoso de guerra"

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post

Em frente a uma conferência Pró-Israel, na cidade de Washington D.C. (EUA), manifestantes se reuniram para se vestir de Bíblia e atacar o evento Cristãos Unidos por Israel no último dia 21/7.

  • Benjamin Netanyahu
    (Foto: Divulgação)
    Primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu.

Segurando cartazes com frases de impacto, os ativistas interromperam várias vezes o evento, para que o discurso chamasse a atenção dos conferencistas.

Os manifestantes fazem parte do grupo anti-guerra Code Pink, que usou o Twitter para promover o protesto na capital americana.

Entre alguns dos cartazes que chamaram atenção da mídia, os manifestantes estamparam a frase "Quem faria Jesus lançar bombas?".

O protesto ocorreu durante o discurso de Ron Dermer, embaixador israelense nos EUA, e também serviu para criticar o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tarjado como "criminoso de guerra".

O motivo central do Code Pink era gritar seu apoio a palestinos, por conta de ofensiva israelense na Faixa de Gaza que já matou mais de 600 pessoas nos últimos dias.

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O grupo se descreve como um "movimento popular de paz e justiça social" que trabalha para tentar acabar com guerras e ocupações financiadas pelos EUA, e forçar que o dinheiro seja gasto em saúde, educação e emprego.

Como resposta, o embaixador afirmou que os manifestantes não passavam de uma "seção de idiotas" na parte de trás da sala.

O diplomata ainda acrescentou que as Forças de Defesa de Israel deveriam receber o Prêmio Nobel da Paz "para o combate com moderação inimaginável".

O combate de Israel é contra o movimento fundamentalista islâmico Hamas. Há cerca de quinze dias, ambos os lados vivem uma batalha com troca intensiva de mísseis.

Diante da situação, o governo dos EUA se pronunciou através do presidente Barack Obama que pediu que haja uma "cessação imediata das hostilidades". Preocupado com o aumento da violência, o Conselho de Segurança da ONU também lançou as mesmas exigências.

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