The Christian Post > Política|Qua, 5 Jun. 2013 13:31 PM EST

Homossexualidade relaciona como consequência de abusos sexuais’ argumenta Malafaia em defesa do projeto que permite tratamento aos gays

Malafaia argumenta com pesquisa que constatou que 48% dos gays sofreram violência sexual e por não existir prova genética

PorAdoniran Peres | Correspondente do The Christian Post

Em meio às sucessivas tentativas de apreciação, pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara, do projeto de lei que permite o tratamento psicológico aos homossexuais, o pastor Silas Malafaia se manifestou mais uma vez defendendo o texto e afirmando que ser homossexual é uma escolha e relaciona como consequência de abusos sexuais sofridos na infância ou na adolescência.

  • silas malafaia
    (Foto: Screenshot YouTube)
    Pastor Silas Malafaia participa do programa do Ratinho, nesta quinta-feira, 30 de maio de 2013.

A manifestação sobre o projeto por Malafaia foi feita em entrevista concedida ao site Congresso em Foco, na qual o pastor afirma ainda entender que não existe prova genética para relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo. Segundo ele, na igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, em que é o líder religioso, todos os homossexuais que foram atendidos no local sofreram abuso sexual na infância ou na adolescência. Malafaia diz que dez pessoas homossexuais foram atendidas no ano passado e neste ano “uns três”. “É um negócio maluco”, analisou Malafaia.

Malafaia argumentou ainda em defesa de tratamento aos homossexuais com uma pesquisa norte-americana que constatou que 48% dos gays sofreram violência sexual. De acordo com o pastor, o objetivo é dar status de raça a comportamentos. “Ninguém pede para nascer branco ou negro. É. Homossexualismo não. Ninguém nasce homossexual, não existe nenhuma prova na genética, em nenhum lugar”, afirmou segundo o Congresso em Foco.

O polêmico projeto, que visa remover resoluções da a Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP) sobre o tratamento do homossexual, foi colocado em discussão pelo deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), enquanto presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). O projeto de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO) anula parte de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) de 1999, onde contém trechos que condenam a atuação de psicólogos na tentativa de "curar" homossexuais ou de atribuir caráter patológico à homossexualidade. A homossexualidade foi excluída da Classificação Internacional das Doenças (CID) há quase 30 anos.

Contrário ao projeto, o Conselho de Psicologia divulgou nota em que crítica o princípio da proposta, que é autorizar os psicólogos a atenderem os homossexuais que buscam auxílio para abandonar a homossexualidade. O conselho orientou que os psicólogos não devem colaborar com eventos e serviços que proponham tratamento e cura da homossexualidade. “Não deve nem participar de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”, diz pronunciamento.

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