The Christian Post > Entretenimento|Ter, 23 Abr. 2013 17:34 PM EST

Integrante da primeira dupla sertaneja gay diz ser evangélica: ‘Deus ama o homem incondicionalmente’

O objetivo da dupla é combater a homofobia

PorGiana Guterres | Correspondente do The Christian Post

Desde o início de abril a primeira dupla gay de sertanejo universitário ‘As Bofinhas’ tem repercutido e ganhado espaço em diversos meios de comunicação. Duda e Aline tem como intuito combater a homofobia. Aline começou sua carreira musical em uma igreja evangélica.

  • As Bofinhas
    (Foto:Divulgação/As Bofinhas)
    Dupla sertaneja As Bofinhas.

A primeira dupla sertaneja GLS é formada por Eduarda Maria e Aline Criscolim. O início aconteceu a partir de uma brincadeira em uma rede social, onde foi criada uma fanpage. No dia seguinte, o telefone de Duda recebeu várias chamadas para saber mais informações das cantoras.

Com o aumento repentino de seguidores, elas decidiram criar ‘As Bofinhas’, nome dado em alusão ao papel masculino na relação homossexual feminina.
A música de apresentação ‘A Onda Agora é Só Ficar’ foi escrita por Marcos Fernandes, amigo e compositor, a pedido de Eduarda. “Me identifiquei imediatamente com a letra e com o propósito que pretendemos alcançar”, disse Duda.

“A intenção é exatamente essa, quebrar paradigmas e preconceitos, mostrando à sociedade como um todo, que somos todos iguais. A música de trabalho ‘A Onda Agora é Só Ficar’ traz um retrato da sociedade moderna, claro, não dispensando os interesses de quem quer casar, mas abrangendo a vontade de quem quer só ficar. A letra com melodia dançante diz ‘É uma aqui, é outra ali, é outra aqui, outra acolá, e assim eu vou ficando com todas e todas ficam comigo pra ninguém apaixonar’”, acrescenta Eduarda, a primeira voz da dupla.

O objetivo é combater a homofobia e Eduarda acredita que através da música podem conseguir isso, “levando uma mensagem de conforto para aqueles que são vítimas de preconceito”.

Aline teve as primeiras experiências com música na igreja evangélica Deus Presente. Ela aprendeu a tocar bateria aos 15 anos. Na mesma denominação até hoje, ela ressalta que “Deus ama o homem incondicionalmente”.

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“Sou de uma igreja inclusiva que aceita as pessoas como elas são, aliás, Deus aceita o ser humano como ele é, porque todos nós somos filhos dele, o preconceito, as mazelas, o engano e a discórdia, é criação da mente fétida de seres humanos maldosos, que querem denegrir a imagem do outro, porque não concorda com seus ideais”, disse Aline recentemente ao portal Vírgula, da Uol.

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