The Christian Post > Cotidiano|Qua, 1 Mai. 2013 16:01 PM EST

Internautas promovem 'beijaço virtual' contra Marco Feliciano

PorAna Caroline de Lima | Correspondente do The Christian Post

Desde a última quinta (25), um novo protesto contra o pastor Marco Feliciano (PSC) vem correndo pelas redes sociais. Trata-se da página Beijaço no Laerte, criada pelo ilustrador Ivan Mola. A ideia é beijar “virtualmente” o cartunista Laerte, representado por um desenho criado por ele mesmo.

marco feliciano
(Foto: Reprodução/Facebook)
Cartunistas “beijam” Laerte em protesto contra Feliciano no Facebook

Tudo começou quando Laerte pediu aos cartunistas da seção Quadrinhos da Folha de S.Paulo que criassem tirinhas nas quais aparecem beijando uns aos outros em protesto à postura do deputado federal. Angeli, Caco Galhardo, Fernando Gonsales, Adão Iturrusgarai, Allan Sieber e André Dahmer abraçaram a causa e fizeram com que a seção fosse quase que exclusivamente dedicada ao assunto. A exceção ficou por conta da tirinha americana Garfield, assinada pelo cartunista americano Jim Davis.

Ao longo do dia, ilustradores do país inteiro postaram nas redes sociais suas próprias versões do beijo no Laerte. Em poucas horas, o ‘protesto’ virou página no Facebook e já contabiliza mais de 10 mil curtidas e quase três mil beijos enviados por internautas.

Desde que se tornou presidente da Comissão de Direitos Humanos, Marco Feliciano vem gerando controvérsias nas redes sociais. Além da campanha, “Marco Feliciano Não Me Representa”, vários artistas têm publicado fotos de beijos entre pessoas do mesmo sexo como forma de protesto às declarações do deputado.

“Comissão extraordinária” contra Feliciano em SP

No mesmo dia o cartunista conduziu a primeira reunião da "Comissão Extraordinária de Direitos Humanos e Minorias", realizada na praça Roosevelt, no centro de São Paulo. Segundo Laerte, a “comissão extraordinária”, organizada pela ONG Conectas e pelos coletivos Existe Amor em SP e Pedra no Sapato foi instituída para se contrapor a Feliciano. O deputado e pastor vem sendo alvo constante de protestos e acusações de homofobia e racismo. “Já que Feliciano e sua patota naufragaram a Comissão de Direitos Humanos, vamos criar uma que funcione”, declarou.

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Durante seu discurso, Laerte afirmou que os protestos não se tratam de brigas religiosas. “Precisamos deixar bem claro que essa não é uma briga contra a religião, precisamos ter o direito de expressar nossa religiosidade como a nossa orientação sexual”, afirmou.

O ato, aberto ao público, teve participação do deputado Jean Wyllis (PSOL-RJ) e de militantes dos movimentos negro e LGBT.

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