The Christian Post > Mundo|Qua, 10 Jul. 2013 11:30 AM EST

Irmandade Muçulmana impede cristãos de votar apontando a arma durante a eleição de Morsi, revela pastor de megaigreja

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Após os protestos que se seguiram da deposição do presidente egípcio Mohamed Morsi, o pastor evangélico Dr. Michael Youssef, revelou como que os cristãos estavam sendo impedidos de votar nas eleições.

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    (Foto: Reuters)
    Manifestante em frente a incendio proximo da Praca Tahrir, no Cairo, em protestos.

Segundo o pastor fundador da igreja Apostles de 3000 membros, em Atlanta, os os integrantes da irmandade muçulmana, grupo político de Morsi, haviam impedido os cristãos de votarem ameaçando-os de atirarem contra eles durante a eleição.

Eles ficavam parados com armas ao lado de fora das urnas e quanto um cristão queria votar eles diziam: “você entra, e nós te matamos”.

O pastor da Leading the Way, um programa de ministério internacional que alcança mais de 200 países, acredita que a deposição do presidente é uma boa coisa para os cristãos.

“Os cristãos estão felizes com o resultado”, disse Yousse em uma entrevista com o The Christian Post na segunda-feira.

Morsi foi deposto de seu assento presidencial na semana passada. Os militares também suspenderam a Constituição depois que milhares foram para as ruas protestar.

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Para o pastor, as esperanças de vida para os 10-15 por cento de cristãos egípcios, está nas mãos de um indivíduo muçulmano imparcial, e não um extremista islâmico, como a irmandade muçulmana.

Youssef é o fundador da Leading the Way, um programa de ministério internacional que se estende a mais de 200 países.

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