The Christian Post > Mundo|Seg, 2 Ago. 2010 18:34 PM EST

Líderes Cristãos no Quênia se Unem Contra a Constituição Proposta

PorLawrence D. Jones | Repórter do Christian Post tradutor Manoel Alvez Jr.

Um grande número de líderes cristãos no Quênia propuseram sexta uma declaração de adesão sobre a proposta de Constituição no país deles, convocando “todos os quenianos” para rejeitarem-na “em sua totalidade.”

A declaração assinada por líderes de 30 diferentes grupos e denominações cristãs reconheceu que “muitos pontos positivos” existem no projeto da proposta, porém, disse também “que nas seções do transcorrer do texto o bom e o mau têm sido misturado de um modo
irreversível e fundamental que afetam a vida moral e os direitos deste país.”

Mais especificamente, os líderes da Igreja disseram que a constituição proposta não resguarda a santidade da vida humana, as músicas e educação moral das crianças do país e nem a igualdade religiosa.

“A constituição proposta na sua forma atual não é boa para o país” declararam os líderes das denominações incluindo a Igreja Anglicana no Quênia, a Igreja Presbiteriana do Leste da África, a Igreja Metodista no Quênia, e as Assembléias de Deus do Quênia, entre outros.

Enquanto os líderes da Igreja disseram sempre ter estado apoiando a nova ordem Constitucional para o país deles e terem trabalhado muito por isso, eles deixaram claro suas opiniões na “constituição proposta defeituosa” e disseram que estão seguros em relação ao que acreditam.

“Não somos guiados nem por ganhos ou sucessões políticas de 2012,” declarou um dos clérigos. “Líderes políticos duram somente enquanto durarem seus mandatos, entretanto, é um chamado divino enquanto durar nossa vida. Devemos ser aqueles que pastoream o rebanho em meio as turbulências que a atual ou a contituição proposta ou políticas negativas possam trazer. Vocês confiaram na gente antes e agora nós convocamos para que continuem confiando a nós como seus mordomos morais e religiosos.”

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Os líderes cristãos também estenderam o chamado deles para “os irmãos e irmãs Mulçumanas,” orando para que também se unam a eles em rejeição a constituição.

Não há motivos para celebrar não importa se a proposta é aceita ou não,” eles complementaram. “Devemos deixar o país dividido e temos que recomeçar o processo de restauração e reconciliação.”

Dito isso, os líderes cristãos também se comprometeram a orar pelo país – sua unidade e paz após o referendum, próxima semana.
“Nós apelamos a todos os quenianos, para exercer amor moderado e o entendimento do outro,” eles adicionaram. “Os quenianos não deveriam ficar divididos por causa da constituição proposta.”

Em 4 de agosto, o povo do Quênia, estará votando na constituição proposta, que também tem recebido objeções estrangeiras.
De acordo com o Congresso Mundial das Famílias (WCF), a constituição proposta inclui a expressão que permitiria o aborto quando a “saúde” da mãe fosse afetada se a gestação continuasse.

Notavelmente, no entanto, a constituição não define a palavra “saúde” e disso poderia chegar a incluir “Completo bem-estar físico, mental e social e não meramente a ausência de doença ou enfermidade,” conforme definido na Organização Mundial de Saúde (OMS).

“A legalização do aborto pelo estilo de linguagem ocidental foi inserido na constituição do Quênia por nove membros votantes do Comitê Especial, que incluía três não-quenianos, e foi rejeitado pelos parlamentares quenianos no processo do projeto de elaboração” informado no último minuto de petição posto juntamente pela WCF.

Em menos de uma semana, o WCF reuniu 170 assinaturas de líderes pró-vida e pró-família em 21 países que apóiam os quenianos que são contrários à constituição pró-aborto.

Entre as assinaturas da petição está a de Linda Harvey, presidente da Mission America; Wendy Wright, presidente da Concerned Women for America, Andrea Lafferty, diretora executiva da raditional Values Coalition; e Mike Huckabee, ex-governador do Arkansas.

Como o assunto surgiu na sexta-feira, grupos representantes cristãos incluíam o Conselho Nacional de Igrejas do Quênia, a Aliança Evangélica do Quênia, entre outros.

De acordo com a CIA World Factbook, 78% dos 40 milhões de quenianos afirmam serem Cristãos. Desses mais da metade são Protestantes.

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