The Christian Post > Cotidiano|Qua, 24 Abr. 2013 18:23 PM EST

Mãe consegue determinação da justiça para que Facebook retire perfil da filha que morreu do ar

A mãe entrou na justiça após várias tentativas de tentar cancelar o perfil da filha na rede social

PorAdoniran Peres | Correspondente do The Christian Post

A mãe da jornalista Juliana Ribeiro Campos, que morreu aos 24 anos, em maio de 2012, teve seu pedido atendido pela justiça de Mato Grosso do Sul, que enviou um ofício determinando que o Facebook Brasil retire a página da sua filha do ar na rede social. A mãe da moça, a professora Dolores Pereira Ribeiro, 50 anos, havia relatado ao site G1 que fez várias tentativas com o objetivo de desativar o perfil da filha na rede social, que não teve sucesso.

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    (Foto: Flickr Creative Common / Reasearchgirl)
    À medida que outra ação atinge o fundador do Facebook, com o requerente reivindicando um substancial de 50 por cento da empresa de redes sociais, um pastor fica de joelhos para orar, 14 de abril de 2011.

Segundo a mãe, a página de Juliana, que morreu após complicações por causa de uma endoscopia, virou um “muro de lamentações” na rede social. A mãe conta que os quase 300 contatos da filha no facebook continuavam a postar mensagens, fotos e músicas para a moça e que, para ela, ver isso era muito doloroso.

“Juliana morreu e precisa se desligar desse mundo, precisa ficar em paz”, diz

Dolores explicou que tentou remover o perfil da filha falecida, pela primeira vez, por meio de ferramentas do próprio Facebook. Ela fez a solicitação e recebeu uma resposta do Facebook que a página, como determina a política da empresa para usuários falecidos, tinha sido transformada em um memorial ‘post mortem’. Neste caso, somente os amigos adicionados antes do falecimento poderiam continuar acessando o perfil.

Entre outras tentativas, Dolores enviou, em dezembro de 2012, um telegrama para a sede do Facebook em São Paulo, que em resposta esclarecia que não era responsável pelo gerenciamento do conteúdo e que deveria recorrer as sedes nos Estados Unidos ou Irlanda.

A mãe da jovem entrou com ação em janeiro deste ano na 1ª Vara do Juizado Central de Campo Grande e, dois meses depois, teve a resposta da juíza Vânia de Paula Arantes, que decidiu, em caráter liminar, pelo cancelamento do perfil de Juliana.

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A decisão garantia ainda que, o cancelamento do perfil, deveria ser feito imediatamente com risco de multa por dia de descumprimento no valor de R$ 500.

Mesmo com a decisão, o perfil continuou visível e a professora comunicou para a Justiça. Na última quarta-feira (17) foi solicitado para um oficial de justiça, a pedido da juíza, que envie novo documento notificando a empresa que deveria fazer o cancelamento em 48 horas, que passar valer a partir do momento da entrega do ofício.

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