The Christian Post > Política|Qua, 4 Ago. 2010 11:58 AM EST

Mais de 200 Médicos Protestam em Razão dos Abortos em Hospitais Militares

PorNathan Black | Repórter do Christian Post tradutor Thaís Martinez Gomes

Mais de 200 médicos que serviram nas forças armadas auxiliando os soldados dos Estados Unidos estão solicitando aos Senadores para resistir aos esforços para permitir abortos em hospitais militares.

"Essa mudança radical e controversa na política federal de longa data poderia interromper a medicina militar em tempo de guerra e também minar a retenção e recrutamento médico militar," afirmaram em uma carta enviada, terça-feira, pelo Christian Medical Association.

Em maio, o Comitê de Serviços Armados do Senado aprovou uma disposição que revoga a proibição de financiamento privado aos abortos nos hospitais e bases militares. A alteração foi incluída na proposta de lei de 2011 Defense Authorization.

Ela foi patrocinada pelo senador Roland Burris (Democrata), que disse que a atual proibição impede as mulheres "de exercerem o seu direito legalmente protegido para escolher, simplesmente, porque eles estão fixadas no exterior."

Uma alteração semelhante falhou em 2006.

Gene Rudd, vice-presidente da Christian Medical Association, afirmou que a moral entre aqueles que servem sofreria se a proibição fosse retirada.

Curta-nos no Facebook

"A moral é um componente-chave da eficácia militar," disse ele em um comunicado. "Se aprovada, exigirá que médicos militares realizem abortos, e isso ameaça a prontidão militar."

Rudd afirmou que aprovação da alteração também desencoraja jovens médicos a juntarem-se às forças armadas.

"Além de facilitar uma maior destruição da vida por nascer, a prestação vai colocar médicos militares com convicções de honrar a vida na posição de ou desobedecer ordens, ou abandonar a sua consciência, ou requererem o status de opositores," ressaltou.

E um número reduzido de médicos reduz os atendimentos aos pacientes, os médicos afirmaram na sua carta aos senadores.

"Médicos reduziriam o atendimento dos pacientes durante as guerras e em um momento nacional de escassez crescente e grave dos médicos - especialmente nas áreas de obstetrícia e ginecologia e medicina de família - é pouco sábia essa política, independentemente da nossa opinião sobre o aborto," alegaram.

Os médicos protestam contra a proposta de alteração, já Freedom2Care realizou uma sondagem que revela que 95 por cento dos médicos de fé, irão deixar a medicina se pressionados a comprometerem a sua vida, afirmando compromissos éticos como esses.

"Assim, peço que votem NÃO para o projeto de lei autorização de defesa, a não ser que a alteração sugerida pelo Senador Roland Burris à Seção 1093 (b), do Título 10 do Código dos Estados Unidos seja removida."

Desde 1996, os abortos foram proibidos pelo Departamento de Defesa pessoal-médico ou em instalações médicas, exceto quando a vida da mãe está em risco ou quando a gravidez é resultado de estupro ou incesto.

O Diretor da Christian Medial Association e Global Health Outreach, coronel Donald Thompson, que, recentemente, se aposentou da Força Aérea, acredita que a aprovação da prestação direcionará os mais aptos a servirem, para fora das Forças Armadas.

"Nossos militares existem para lutar em guerras de nossa nação, não para serem [um pátio] ideológico," afirmou.

  • Victoria Osteen e seu esposo Joel Osteen, pastor sênior da Igreja Lakewood em Houston, Te...
  • ...
  • Brasileirão 2013: tabela de classificação completa após 1ª rodada...
  • Protestos ocorrem com a aprovação do casamento gay na França....
Não Perca