The Christian Post > Política|Sab, 6 Abr. 2013 08:38 AM EST

Marco Feliciano deu visibilidade ao PSC, avalia partido

PorTayguara Ribeiro | Correspondente do The Christian Post

A polêmica envolvendo a presidência do pastor e deputado Marco Feliciano na Comissão dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados deu maior visibilidade ao Partido Social Cristão (PSC), partido do qual ele é membro.

  • Marco Feliciano
    (Foto:Divulgação/Marco Feliciano)
    Pastor Marco Feliciano ministrando durante culto.

A avaliação é do pastor Everaldo Pereira, vice-presidente do PSC. “Sem dúvida nenhuma, o partido saiu daquela situação de ser considerado um partido pequeno, que vivia em periferia”, disse o correligionário de Feliciano.

“O partido defende os ovinhos de tartaruga, as árvores ... o direito à vida desde a concepção e defende também a família nos termos fixados “na Constituição brasileira. A população está vendo que existe um partido que defende esses princípios ... Sem dúvida, este momento tornou conhecido o Partido Social Cristão além das suas fronteiras. Nacionalmente, já se conhece que existe um Partido Social Cristão”, conclui.

Ele também foi enfático sobre a possibilidade de Feliciano deixar a presidência da Comissão. “Isso é um assunto encerrado, não tem como sair da comissão. Regimentalmente, não tem. Nós estamos num país democrático, a felicidade é essa. Graças a Deus, nós estamos num país democrático, cada um fala o que quer”, disse Everaldo, fazendo referência também às muitas declarações polêmicas feitas por Marco Feliciano.

O pastor Feliciano é alvo de protestos de movimentos civis e de parlamentares que o acusam de ser racista e homofóbico. Ele nega que seja uma pessoa preconceituosa e diz que tem sido mal interpretado.

Apesar disso, Marco Feliciano reafirmou uma de suas frases que tem gerado mais polêmica. Em defesa protocolada no Supremo Tribunal Federal sobre a acusação de racismo, ele afirmou novamente que os africanos são amaldiçoados.

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"Citando a Bíblia [...], africanos descendem de Cão [ou Cam], filho de Noé. E, como cristãos, cremos em bênçãos e, portanto, não podemos ignorar as maldições ... Como se a humanidade expiasse por um carma, nascido no momento em que Noé amaldiçoou o descendente de Cão e toda sua descendência, representada por Canaã, o mais moço de seus filhos, e que tinha acabado de vê-lo nu".

Ele ainda explicou a única forma de os africanos deixarem para traz a “maldição”. "Tem ocorrido isso no continente africano. Milhares de africanos têm devotado sua vida a Deus e por isso o peso da maldição tem sido retirado".

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