The Christian Post > Cotidiano|Sex, 5 Abr. 2013 11:18 AM EST

Marco Feliciano recebe diploma de Defensor dos Direitos Humanos em Salvador

PorGiana Guterres | Correspondente do The Christian Post

Nesta quinta-feira, em Salvador, Marco Feliciano também foi agraciado com um diploma de “defensor dos Direitos Humanos”, conforme postou em seu Twitter. O diploma foi entregue pela Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos (FBDDH), sediada em Salvador. “Fiquei emocionado ao ser homenageado pela Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos. A Deus toda glória!”, escreveu no microblog.

  • Marco Feliciano
    (Foto:Divulgação/Marco Feliciano)
    Pastor Marco Feliciano ministrando durante culto.

O documento é assinado pelo diretor presidente da instituição, Elizeu Fagundes Rosa. Informa: que Marco Feliciano “passa a gozar de todas as prerrogativas inerentes ao cargo, respaldado pela Assembleia Geral das Nações Unidas – ONU, na Resolução 53/144, de 09 de dezembro de 1998, e protegido pelo decreto 6.044/07”.

Na noite desta quinta-feira, o deputado fez presença em um culto realizado na Bahia. O evento foi promovido na Igreja Batista Avivamento Profético. Manifestantes a favor e contra Feliciano estavam do lado de fora do templo religioso.

O pastor Marco Feliciano entrou pela porta lateral para evitar os jornalitas e os manifestantes. Além de seguranças, quatro equipes da Polícia Militar garantiram a segurança na igreja.

O pastor era o convidado especial do 20º Congresso do Poder e Impacto do Espírito Santo. “Pense em um homem que não sabe bater, mas sabe apanhar. Eu sempre suportei o peso, desde criança enfrentei”, falou Marco Feliciano durante a pregação. “Todo esse sofrimento é apenas uma atribulação”, complementou.

Os cristãos portavam cartazes com declarações como “Varão escolhido do senhor, tu és forte, e vivo em Jesus Cristo". “Acho isso uma pouca vergonha, eles estão quebrando a Constituição. Nós temos direito a culto e tem um pequeno grupo querendo tumultuar. Feliciano é um homem preparado para assumir a comissão. Ele não é homofóbico ou racista. Ele pregou a palavra de Deus que está na Bíblia”, declarou Francisca Elza ao G1.

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Enquanto os cristãos defendiam o pastor na parte externa, um grupo LGBT gritava em protesto. “A Bahia não quer você, chega de preconceito”, falavam segundo informou o G1. “Sai, sai, do meu caminho. Eu ando com Jesus e Feliciano anda sozinho”, cantavam os militantes gays parodiando músicas evagélicas, segundo o jornal A Tarde.

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