The Christian Post > Cotidiano|Seg, 8 Abr. 2013 10:15 AM EST

Marisa Lobo moverá outra ação contra Jean Wyllys: ‘por me acusar de formação de quadrilha’

PorGiana Guterres | Correspondente do The Christian Post

Nesta segunda-feira, os advogados de Marisa Lobo irão fazer mais uma denúncia contra o deputado Jean Wyllys (PSOL). Segundo Marisa informou ao The Christian Post, a nova denúncia é “por me acusar de formação de quadrilha”. No final de março, ela já havia anunciado um processo contra Jean. Esta é a segunda ação no Ministério Público contra Jean, feita por Marisa.

  • Marisa Lobo
    (Foto:Reprodução/Twitter)
    Psicóloga cristã Marisa Lobo.

Após a eleição do deputado pastor Marco Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, um debate entre cristãos e ativistas gays se lançou e virou uma constante nas redes sociais. Um dos nomes públicos nessa questão é o da psicóloga Marisa Lobo.

 Desde que esse embate começou, ela tem sido atacada com críticas dos simpatizantes da causa homossexual. “O que ele chama de imunidade parlamentar eu chamo de abuso de autoridade”, comentou Marisa ao CP sobre a postura do deputado Jean Wyllys nas redes sociais.

“Ele me expôs perante a opinião pública, e não tenho um só processo a não ser este ético, por não negar Deus nas minhas redes sociais”, continuou Marisa Lobo. A nova ação contra Jean é por denúncias caluniosas. “Ele me acusou de curar gay, mesmo sabendo que não, ou seja, denunciação caluniosa”, explicou sobre o pedido de danos morais ao deputado Jean Wyllys.

“Espero que no final ele vá a publico me pedir desculpas, e retirar o que disse já são um começo”, falou sobre a expectativa das acusações contra o deputado.

Marisa Lobo também falou sobre a polêmica, onde Jean Wyllys tem a mídia brasileira como aliada. “Hoje a maior vítima é o Deputado Marco Feliciano, ele [Jean] o usa como ‘bode expiatório’, orquestra uma perseguição sem precedentes, com ajuda de uma imprensa ‘marrom’ que acusa primeiro, aliena a sociedade, rotula primeiro, e depois de matar moralmente, ainda pisa para mostrar poder, isso é democracia?”, questionou Marisa.

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Questionada se cogitava a possibilidade de mover um processo contra Jean Wyllys antes de o caso ganhar repercussão, Marisa respondeu que não. “Porque acreditava que ele tinha pelo menos ’honestidade intelectual’ e respeito por mulheres, o que ele fez comigo, os comentários a meu respeito são de um homem extremamente preconceituoso e desrespeitoso, (...) me cansei das acusações deste sujeito, e da forma como ele manipula as pessoas a acreditarem que eu sou uma pessoa que me passo por uma psicóloga, curo gay, invento mentiras sobre ele”, disse.

“Me acusa eu nem sei do quê, simplesmente porque cobro ações dele, simplesmente porque não aceita contraditório, porque defendo um pastor (que na opinião dele é homofóbico, na minha está sendo perseguido) me taxa de burra, ou seja, pratica bullying e isso sim é crime”, complementou.

Marisa também falou sobre o ápice, quando começou a considerar um processo contra Jean. “Mas o pior foi, eu creio, ele colocar em um de seus tuites que por causa de discursos como o de ‘psicólogos cristãos’ crimes contra homossexuais são cometidos”, falou ao CP. “Mesmo ele não usando meu nome, se dirige a mim como ‘fulana que se passa por psicóloga’ quando faz alguma critica destrutiva”, acrescentou.

“Recebo muito apoio - de evangélicos, católicos, judeus, profissionais, sociedade -, mas eu preciso mesmo do apoio de Deus, nem sei quem me apoia, só sei que recebo mais de 130 e-mail por dia de palavras de conforto e pedidos de ajuda, e orientação, convites”, finalizou ao CP sobre a repercussão do caso e apoio que tem recebido.

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