Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, fez valer seu papel de dono da rede social e negociou a compra do Instagram sozinho.
Ele teria efetuado a compra sem tomar nenhuma instrução com o conselho de sua empresa, de acordo com a reportagem do jornal Wall Street Journal, nesta quarta-feira (17).
O conselho administrativo do Facebook só teria se reunido com Zuckerberg no domingo, dia 8 de abril, após a conclusão do acordo.
Segundo o Wall Street Journal, a intenção do executivo era evitar obstáculos desnecessários para adiantar a negociação.
“Zuckerberg abandonou tudo isso. No momento que o conselho do Facebook foi convocado, o negócio já estava feito. O conselho, segundo uma pessoa próxima ao assunto, foi avisado, não consultado”, relatou o jornal.
O valor concretizado para a transação ficou avaliado por metade do recebimento estipulado de início.
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Após inúmeras reuniões realizadas com Kevin Systrom, presidente-executivo do Instagram, Zuckerberg teria baixado o preço da compra de 2 bilhões para 1 bilhão de dólares.
Systrom também teria sido procurado por Jack Dorsey, fundador do Twitter. Entretanto, a única resposta que Dorsey recebeu é que o Instagram não estaria disponível para negociações.
Com o Instagram, usuários de várias redes sociais podem filtrar e publicar fotos de maneira instantânea na internet.
Sobre o modo como o Instagram funcionará depois da aquisição pelo Facebook, Mark Zuckerberg disse que pretende manter suas funções e suas condições.
"Planejamos manter essas características de poder postar as fotos em outras redes sociais, assim como a capacidade de não compartilhar suas imagens do Instagram no Facebook, e a capacidade de ter seguidores e seguir as pessoas separadamente de seus amigos no Facebook”, revelou Zuckerberg.
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