The Christian Post > Cotidiano|Qua, 20 Fev. 2013 13:53 PM EST

Médica é acusada de Eutanásia em pacientes no Paraná

PorGiana Guterres | Correspondente do The Christian Post

A Chefe da UTI do Hospital Evangélico de Curitiba, Virginia Soares de Souza, foi detida provisoriamente por 30 dias nesta terça-feira. Ela é suspeita de cometer eutanásia, antecipando a morte de pacientes em estado terminal.

  • hospital evangélico
    (Foto: Divulgação)
    Hospital Evangélico de Curitiba, Paraná.

A prisão foi realizada por policiais civis do Núcleo de Repressão aos Crimes Contra a Saúde (Nucrisa). Em meio à crise que atinge o hospital, é mais um fato que afeta a reputação da renomada instituição.

A polícia não informa quantas mortes de pacientes são suspeitas de eutanásia. As investigações já acontecem há um ano e trinta funcionários serão ouvidos essa semana.

O caso começou com denúncias dos próprios colegas de trabalho. O inquérito corre sob sigilo e a delegada informou que está investigando sobre como aconteciam as mortes na UTI.

“Tudo que está dentro da lei vai ser feito para que a gente consiga uma elucidação dos fatos”, informou a delegada Paula Brisola.

A prisão provocou revolta e preocupação entre familiares de pacientes do hospital. Após a denúncia, vários familiares analisam levar pacientes internados para outros hospitais.

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Ela foi presa durante o expediente normal, na tarde de ontem. Após o depoimento, a médica foi levada para o Centro de Triagem I, em Curitiba.

Desde 2006, Virgnia com 30 anos de carreira, era a responsável pelo setor de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Evangélico.

A instituição passa por uma crise e tem sido alvo de diversas investigações. Desde agosto de 2011 aparece na mídia com diversas notícias.

Entre os fatos estão desvios, mortes de pacientes, irregularidades em convênios e greves de médicos e funcionários.

Os dois casos mais recentes foram mortes ocorridas no ano passado. Há quase um ano, foram noticiadas mortes que aconteceram dentro do Hospital Evangélico e deixaram suspeitas entre os familiares das vítimas.

O hospital alegou que eram casos de sigilo médico.

Já em agosto de 2012, outra morte ganhou o noticiário. João Carlos Siqueira Rodrigues, 38 anos, estava em internação há quatro anos, quando morreu por falta de ventilação.

Durante esse período, ele ficou conhecido por escrever o livro “O Caçador de lembranças”.

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