The Christian Post > Cotidiano|Qui, 13 Jun. 2013 09:43 AM EST

Notícia falsa sobre pagamento de bolsa para garota de programa continua se alastrando pela internet

Boato já foi desmentido e analisado por senadora e por diversos sites

PorMaria Carolina Caiafa | Correspondente do The Christian Post

Uma notícia falsa dizendo que o Senado teria aprovado uma bolsa no valor de R$ 2 mil para garotas de programas continua sendo reproduzida e espalhada na internet, mesmo já tendo sido desmentida pela suposta autora do projeto de lei e de não existir nada parecido nos sites oficiais do Congresso Nacional.

  • Bolsa prostituta
    (Foto: Reprodução)
    A falsa notícia sobre a bolsa para garotas de programa seria uma criação do blog Joselito Muller – Jornalismo destemido.

O boato teria iniciado no blog Joselito Muller – Jornalismo destemido, hospedado na Wordpress, no dia 10 de maio, com os seguintes argumentos: “O objetivo da bolsa é dar a essas mulheres [prostitutas] a possibilidade de terem uma vida mais digna, pois o dinheiro deve ser prioritariamente utilizado com prevenção de doenças”.

Logo que a “mentira” foi sendo espalhada e comentada pela web, a senadora petista Ana Rita, que foi apontada pelo blog como a responsável pela ideia da bolsa, desmentiu o caso, por meio de sua assessoria de imprensa: “O referido projeto não é de sua autoria, além de nunca ter tramitado no Senado Federal. Informamos, ainda, que a senadora já tomou as devidas providências junto à Procuradoria Geral do Senado, a Polícia do Senado e à Polícia Federal”.

O autor do boato, então, alterou o nome da parlamentar para Maria Rita e, ainda assim, a falsa notícia continuou a ser espalhada.

O caso foi desvendado pelo site E-Farsas no dia 27 de maio. Uma análise mais profunda foi publicada no Observatório da Imprensa, que considera que “a credulidade inocente de boa parte da população usuária das mídias sociais é um risco e um problema que ainda não foi suficientemente abordado pela imprensa”, avalia o autor Sergio da Motta e Albuquerque. Ele aponta ainda os interesses políticos que poderiam estar por trás desses boatos espalhados pela internet.

Neste ano (2013), outras mentiras foram espalhadas e comentadas pelos internaturas como o caso de que seriam liberados do trabalho aqueles com atestado de ressaca e que Suzane Richthofen seria a presidente da Comissão de Seguridade Social e Família. O primeiro caso foi fruto do site humorístico G17. Já o segundo aproveitou da polêmica em torno do pastor Marco Feliciano ter assumido a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).

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