The Christian Post > Entretenimento|Seg, 8 Out. 2012 14:11 PM EST

'Ocidente está se rendendo ao Islã', estudo de Johnny Bernardo discute o tema

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Johnny Bernardo, pesquisador religioso e jornalista, publicou recentemente um artigo que analisa a crescente violência no Islamismo e sugere que está havendo uma "dominação Islâmica" no Ocidente.

  • ramadã
    (Foto: Reuters)
    Muçulmanos oram no período do Ramadã em todo o mundo.

No artigo "O Ocidente está se rendendo ao Islã" ele desenvolve a ideia de que os governos ocidentais, particularmente as potências europeias, tem parte de culpa no aumento da violência ligada aos extremistas islâmicos.

De acordo com Johnny, o Islamismo cresce de maneira silenciosa e significativa em toda a Europa e Continente americano. Na Argentina, onde há entre 300 e 400 mil muçulmanos, funciona o maior centro islâmico da América Latina, o Centro Cultural Islâmico Rei Fahd, nome atribuído em homenagem ao Rei Fahd, governante da Arábia Saudita entre 1982 e 2005.

Ainda segundo o estudo, no Brasil, o número de muçulmanos alcançou o número de um milhão de seguidores, tendo o estado de São Paulo como sua principal base de atuação, além de células que supostamente atuam em Foz do Iguaçu.

Johnny aborda a questão se a religião fundada por Maomé pode ser considerada pacífica. Segundo ele, por questões estratégicas, o governo dos EUA tem investido na ideia de que o Islamismo é uma religião pacífica, numa tentativa de isolamento de grupos radicais, como a Al-Qaeda, o Hesbollah e a Irmandade Muçulmana.

Tal visão dos EUA entra em contraste com a tomada nos anos 80 na expulsão das forças soviéticas do Afeganistão, onde segundo o pesquisador, a Casa Branca financiou e armou um grupo liderado por Bin Laden, que, mais tarde, viria a ser um dos maiores inimigos dos EUA e responsável pelo primeiro grande atentado terrorista em solo americano.

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"O radicalismo islâmico, disseminado a partir de países como Irã e Síria, e o número cada vez maior de convertidos ao Islamismo estão se tornando potenciais inimigos da Casa Branca, daí a importância – dada pelo governo americano – da disseminação de revoltas, financiamento de facções, e isolamento de grupos radicais - um tiro no próprio pé."

Como resultado das políticas dos EUA e seus aliados para o mundo islâmico, o pesquisador conclui, um fator aparentemente não previsível vem ocorrendo nos últimos anos: "o aumento do poderio e da influência do islamismo em países ocidentais".

"O islamismo, ao contrário do que alguns analistas americanos poderiam sugerir, conseguiu se reformular e desenvolver uma nova estratégia de crescimento."

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