O bestseller mais adaptado em filmes completa 200 anos. O livro "Orgulho e preconceito" foi escrito em 1803 por Jane Aussten. Não é por acaso que a autora chamava o livro de "Meu filho querido" a obra vendeu mais de 50.000 cópias só no Reino Unido, até hoje é o livro mais vendido no país.
O livro de Janes Austen já foi adaptado por diversos cineastas, um deles foi Sharon Maquiere , em algumas cenas do filme "O diário de Bridget Jones".
Em 2004, três anos depois foi lançado "Bridget e prejudice" uma versão "made in Hollywood" que fez os personagens dançarem e se divertirem. Em 2005, "Orgulho e Preconceito" foi nome do filme de John Wright que retratou na integra o livro nas telonas do cinema.
A Televisão também retratou a história. A BBC criou uma minissérie divertida em que uma fã do livro se põe no lugar de Lizzy. A história se adapta muito bem nos tempos modernos.
A história do livro se passa na Inglaterra do final do século XVIII, mostra a limitada ascensão social de mulheres sem dotes. A trama é contada a partir da maneira como a personagem de Elizabeth Bennet, uma moça de 21 anos, encara problemas relacionados com a cultura, educação, moral e casamento. No livro, Jane também faz uma crítica à futilidade das mulheres na voz de Lizzy.
"Orgulho e preconceito", explica Marilyn Joice, membro da Sociedade Jane Austen no Reino Unido, "pode ser lido em vários níveis".
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"Pode-se ler como uma versão romântica de Cinderela, uma comédia ou uma crítica social aos problemas que enfrentavam as mulheres no mesmo estrato social de Austen", declarou à BBC.
"O livro é escrito de maneira às vezes mordaz, geralmente com uma ironia sutil, ou seja, não é necessário ser um acadêmico para tirar algo dele", concluiu.
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