The Christian Post > Mundo|Qui, 30 Jun. 2011 22:44 PM EST

Parada Gay e Sacrilégio: 'Todos Terão que Engolir Goela Abaixo Tal Prática', Criticou Professor

PorHamlet Kim | Repórter do The Christian Post

Um professor em seu artigo “Parada gay e o sacrilégio” publicado no Diário de Marília criticou a campanha homossexual dizendo que “todos terão que engolir goela abaixo tal prática, gostem ou não”.

Valmor Bolan, doutor em Sociologia, Conselheiro da OUI-IOHE (Organização Universitária Interamericana) no Brasil, disse que a parada provocou os religiosos, mais especificamente, a Igreja católica, usando imagens de santos.

Tal campanha tem o intuito “de fazer com que as pessoas acabem aceitando a prática homossexual como natural, e não respeitando que pensa o contrário”, disse ele.

Além disso, projetos como o PLC 122, afirmou, visam também cercear a opinião contrária, atacando-a com hostilidade os que porventura venham a discordar de tal posicionamento.

“é assim que vemos a fomentação de uma intolerância travestida de defesa dos direitos humanos, e que ameaça a liberdade de expressão em nosso País”.

Bolan se disse chocado pela parada ter se apropriado de frase do Evangelho fora do contexto, insinuando que “o amor proposto por Jesus seia também gay”. Isso somado ao uso de imagem dos santos, ele disse que tratou-se de um sacrilégio.

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Segundo ele, chega a ser patológica esta obsessão de uma minoria de ativistas gays quererem impor uma agenda homoafetiva ao Brasil, numa situação sem precedentes em nossa história. Ele disse, ainda, que ninguém concorda que se discriminem pessoas, mas não é possível aceitar que um grupo minoritário imponha um estilo de vida que não tem adesão da maioria.

“Precisamos saber separar o joio do trigo e discernir”, urge o professor. “Respeitar as pessoas sim, mas não permitir uma imposição dessa natureza”, que de acordo com ele se utiliza de todos os meios.” E acrescentou, “inclusive os de tomar símbolos e valores religiosos para dar uma conotação ideológica a tais símbolos e valores, distorcendo-os de seus significados históricos”.

“Temos que respeitar os símbolos e valores religiosos, as opções das pessoas, com o respeito à diversidade e à livre expressão de todos. Só assim estaremos afirmando uma sociedade democrática, do contrário, é retrocesso, o que não podemos aceitar,” concluiu.

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