The Christian Post > Cristianismo|Dom, 22 Ago. 2010 10:33 AM EST

Pastor Batista Sul: Nós Temos que Crucificar Nossa Hipocrisia

PorLillian Kwon | Christian Post Reporter tradutor Manoel Alvez Jr.

No Cristianismo evangélico, os crentes querem julgar aqueles que estão fora da Igreja em vez daqueles que estão dentro, disse um batista conservador.“

  • So Baptist Pastor
    (Foto: The Southern Baptist Theological Seminary via The Christian Post)
    Dr. Russell D. Moore, decano da Faculdade de Teologia no Seminário Teológico Batista do Sul, fala na conferência Connecting Church and Home em Louisville, Kentucky, 20 de agosto de 2010.

A razão é que o caso é que não vemos a Igreja como uma família,” disse o Dr. Russell D. Moore, decano da Faculdade de Teologia no Seminário Teológico Batista do Sul, na sexta-feira.

“Nós vemos a Igreja como um ajuntamento de pessoas que compartilham as mesmas idéias e é muito, muito fácil conseguir améns e aplausos por estar de pé e revelando pecados que não estão imediatamente presentes em sua própria congregação,” disse ele.

O pastor batista fez a observação enquanto pregava para os presentes na conferência “Conectando a Igreja ao Lar,” em Lousiana, que é direcionada para chamar de volta os Cristãos ao relacionamento baseado biblicamente e teológicamente entre a Igreja e o lar. Durante a sessão de abertura, Moore notou que os evangélicos norte-americanos estão unificados, mas em “coisas completamente erradas.”

“Nós nos unificamos em torno de coisas que nos unem na carne em vez de sermos unificados naquelas coisas que nos unem no espírito,” lamentou ele.

Ele chamou os crentes para olharem para a maneira de como as Igrejas evangélicas conservadoras tratam do assunto do divórcio e o modo como falam do homossexualismo.

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Embora ambos os temas estejam claramente abordados nas Escrituras, os evangélicos “falam em termos bastante mudos e ambíguos,” salientou Moore.

“Eles dizem que fazem isso... porque as pessoas divorciadas estão machucadas e elas precisam da graça e da misericórdia, você não acha que os homossexuais precisam de graça e misericórdia?" impôs ele.

“O motivo de nós falarmos dessa maneira é porque as pessoas das nossas congregações não estão assistindo as paradas de divórcio em São Francisco e balançando a cabeça dizendo sim mas com desaprovação e nós temos muito mais divórcios revelando homossexuais desenrustidos em nossa congregação, pelo menos que nós tenhamos conhecimento. E os divórcios revelados são aqueles que estão dizimando e pagando as contas e assim nós falamos para eles em uma maneira bem diferente da que falamos para os que estão do lado de fora.”

“Isso é um escândalo,” declarou Moore abruptamente.

Ele lembrou aos crentes que o sangue de Jesus é para todos os pecadores, inclusive deles.

A mensagem do evangelho, ele disse, “tem que ser falada claramente para nós mesmos.”

“Vocês não estão mostrando a graça a ele (o homem que se desviou de sua família)... mas colocando-o novamente na sala de solteiros na escola dominical, Vocês estão mostrando misericórdia e graça dizendo 'o que você tem feito foi um grande mal que merece condenação eterna e a maldição de Deus, mas Jesus nasceu para amaldiçoar a lei, inclusive a do seu abandono da sua família e se você está em Cristo, não há condenação para você,'” explicou Moore.

O pastor impeliu aos fiés a não serem apenas honestos – sem julgamento – para com aqueles que estão de fora sobre o que as Escrituras falam, mas também para aprenderem a dizer “nós somos pecadores... dignos da mesma condenação que você é e nós cremos em um Evangelho que pode salvar você com a mesma exata quantidade de sangue derramada e o sepulcro vazio que nos salva, então venha aqui e escute isso.”

Durante o longo sermão, ele admoestou os irmãos sobre a natureza da Igreja como uma casa espiritual e a necessidade de agir como uma família.

“Não há indivíduos em sua congregação,” declarou ele. “Você tem irmãos e irmãs em sua congregação. Eles estão em casa.”

“Nos reunimos na mesa do Senhor, tomamos daqulea taça juntos, comemos o pão juntos, e saudamos os outros da família porque estamos em uma casa espiritual e, isto é, mostrando para aqueles que não tem nenhuma outra família que isso significa não ser indivíduos, mas parte de uma família.”

Moore, que tem falado nas Igrejas por todo país acerca do chamado para tomar conta dos órfãos e viúvas, urgiu os Cristãos a alcançarem os órfãos e viúvas espirituais.

Mas ele fez ressalvas contra os ministérios como aqueles que estão “tirando toda a retidão” que eles têm e “reparando os desmembramentos” dos outros.

“Em vez disso, preparar-se para o fato que Deus está provavelmente – se você é humilde e com o poder do Espírito ministrando naqueles que estão em crise – dando uma sacudida em toda situação em volta assim que você em sua família doce pequena, educada ...está sendo ministrada pela mulher que já foi divorciada quatro vezes,” disse ele.

“Temos que crucificar nossa hipocrisia mesmo quando nossa hipocrisia está ligada com nossa missão,” exortou ele. “Temos que aprender a parar de usar todos os dialetos cristãos que usamos a fim de identificar tanto os que estão dentro como aqueles que estão fora.”

“E temos que parar de olhar para nós mesmos como o povo sadio que está aqui esperando pelas pessoas doentes chegarem aqui e em vez de olharmos para nós mesmos como deficientes e sermos capazes de dizer para aqueles sem pai, 'há um pai para você, ele é um pai para nós, nós somos tão defeituosos e alienados e tão derrotados como você é, mas o sangue de Jesus nos limpa de todos os pecados.'”

A conexão Igreja – Lar encerra no sábado.

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