The Christian Post > Cristianismo|Qui, 3 Mai. 2012 08:42 AM EST

Proibir oração em línguas é pecado, diz pastor de megaigreja

PorLillian Kwon | Christian Post Reporter tradutor Amanda Gigliotti

Um pastor de megaigreja de Durham, NC, falou recentemente que não iria proibir as pessoas de falar em línguas e que fazê-lo é um pecado.

  • JD Greear
    (Foto: The Summit Church via The Christian Post)
    JD Greear, pastor da The Summit Church.

"Você nunca vai me ouvir em público ou privado dizer a alguém que não deveria estar falando em línguas em seus momentos privados de oração," afirmou o pastor da Igreja Summit, JD Greear, no domingo para sua congregação, observando que o apóstolo Paulo foi claro sobre isto. "Isso não vai ser proibido em nossa igreja."

Greear fez a declaração quando ele estava terminando uma série de mensagens focadas no Espírito Santo e os dons espirituais, como profecia e o falar em línguas, que ele definiu como uma forma de oração e louvor em uma linguagem que é desconhecida para o orador que é falado para Deus.

Durante a série, Greear observou que sua denominação - Convenção Batista do Sul - tem, em muitos aspectos restringido o falar em línguas e acredita que "eles estão errados e que estão em pecado fazendo isso."

A SBC não tem uma posição oficial sobre a questão dos dons carismáticos. Ao mesmo tempo, a denominação diz que "provavelmente a maioria acredita que o dom de línguas, como descrito na Bíblia cessou após a conclusão da Bíblia" e que apenas uma minoria muito pequena pode aceitá-la como válida.

Greear descreveu sua igreja como "carismáticos com um cinto de segurança" - ou seja, honram e querem receber os dons espirituais, mas com cautela.

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Dirigindo-se aos que podem estar desconfortáveis com dons espirituais, ele colocou, "Você acredita que Deus é vivo e que Ele sobrenaturalmente se move sobre a terra, que Ele trabalha por meio de Sua Igreja, que ele coloca pensamentos em sua mente?"

Ele deseja que sua igreja, que atrai cerca de 6.500 atendentes semanais, se torne mais cheia do Espírito Santo, onde as pessoas usam seus dons para contribuir para a igreja e da comunidade. Entretanto, ele observou que não será uma igreja onde as pessoas dão palmadas umas nas outras e caem no chão ou onde os fiéis gritam orações em línguas no meio da adoração.

Os dons espirituais, ele pregou, deve ser usado para edificar ou beneficiar os outros.

"Se você está falando uma língua que ninguém entende, você não está beneficiando ninguém", ressaltou.

"Se você falar em línguas ... ore por interpretação", aconselhou ele, dizendo que seria "muito mais edificante" se ouvissem em Inglês.

O propósito do dom de línguas, o pastor Durham estressou, não é fazer você se sentir perto de Deus, embora isso possa ser um efeito colateral.

"Não é uma linguagem de oração privada, onde o Espírito faz você se sentir perto de Deus. Você tem o sangue de Jesus para isso", ressaltou. "Você não precisa mais nada."

Pelo contrário, o dom é "um sinal das novas fronteiras do Evangelho." Ela significa a propagação do Evangelho em povos não-judeus, acrescentou.

Greear esclareceu que nem todos os cristãos falam em línguas. É um dom que Deus não dá a todos e é algo que pode ser desejado, mas não tem de ser buscado. "A Bíblia não diz diz nenhuma vez para buscar o dom de língua", disse ele.

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