The Christian Post > Mundo|Sex, 20 Jun. 2014 09:32 AM EST

Pastor é confundido com traficante em abordagem tida como racista, de policiais nos EUA

Os policiais indicaram que o Rev. Tony Suarez se enquadrava no perfil de um traficante hispânico

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post

Em um caso polêmico indicando racismo, um policial abordou um pastor evangélico com traços hispânicos "por parecer com um traficante de drogas". O pastor seguia até uma igreja pentecostal em Des Moines, estado do Iowa (EUA), quando foi interceptado em um estacionamento de um hotel.

  • Polícia
    (Foto: Reuters)
    Viatura de polícia nos EUA.

O Rev. Tony Suarez vive em Virgínia com sua esposa e três filhos, mas foi convidado a orar na igreja em Des Moines. Com ascendência colombiana, ele voltava para o hotel depois de passar em uma farmácia, quando notou a viatura da polícia no espelho retrovisor do carro que havia sido emprestado por um membro da igreja.

Suarez indagou se havia feito algo fora da lei, e os policiais afirmaram que queriam conversar com ele. Um deles relatou que o pastor se encaixava no perfil de um traficante de drogas procurado pela corporação e que seu veículo seria investigado, no caso de um possível roubo, e Suarez disse que não havia como a polícia achar nenhuma pista a respeito.

Em seu blog pessoal, o reverendo conta que foi racialmente perfilado, pois a polícia pediu sua identificação sem causa provável. Dentro do ocorrido, Tony Suarez então entrou em contato com todas as autoridades cabíveis, desde o departamento de polícia local até o gabinete do prefeito, para se queixar do incidente.

"Ao invés de ter desfrutado da cidade de Des Moines, esta noite, eu acho que teria sido melhor ter ficado em meu quarto, no hotel", afirmou Suarez de forma frustrada, em um posto no seu blog publicado no dia 14 de junto.

O pastor determina que qualquer tipo de abordagem como esta "não pode ser tolerada". A polícia local indica que irá rever o áudio e o vídeo de tudo que aconteceu, através dos registros feitos pela viatura. No entanto, a chefe de polícia Judy Bradshaw consta que "isso pode levar alguns dias".

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O gerente do hotel Quality Inn, Scott Crawford, onde o pastor estacionou o carro, comentou que não acredita que a abordagem tenha sido por discriminação racial. Crawford diz que os policiais realmente o perturbaram, mas pelo que viu de longe, se tratava de um trabalho rotineiro.

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