The Christian Post > Cristianismo|Ter, 17 Jun. 2014 08:23 AM EST

'Pastores devem ir para cadeia' se for preciso, em prol da liberdade religiosa, diz pastor Rick Warren

Rick Warren destaca que os pastores não devem baixar a cabeça em imposições contra a fé

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post

Bastante conhecido nos EUA, o pastor Rick Warren da megaigreja Saddleback, de Lake Forest, Califórnia (EUA), declarou recentemente que os pastores devem ir para a cadeia se for necessário, para lutar pela defesa da liberdade religiosa, após receber vários ataques de opositores.

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    (Foto: Divulgação/Desiring God)
    Rick Warren é pastor da Igreja Saddleback.

Para firmar a gravidade da situação atual, onde cristãos são cada vez mais impedidos de abordar sobre sua fé, Warren comparou a luta como a do histórico pastor e ativista Martin Luther King, Jr, que batalhou na década de 1960 para evitar a disseminação do racismo, através da resistência e da não-violência.

O pastor deu seu depoimento em um evento de uma Convenção Batista local, a respeito da ética e liberdade religiosa para Hobby Lobby, uma empresa de propriedade cristã que luta para proteger seu direito de administrar a empresa de acordo com sua consciência religiosa e sua fé cristã.

Como exemplo, Warren citou a pressão vivida não apenas por Hobby Lobby, mas grupos universitários cristãos e leis de zoneamento que são coagidas a deixar de lado o contexto da crença por conta de queixas na justiça, que exibem a insatisfação com quem expressa sua fé.

Em seguida, o pastor firma sua ideia de que não se pode dizer para o igreja ou colégio cristão o que se pode ou não fazer com relação à crença, citando Mateus 22:21, "Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus", para reforçar que as autoridades de um estado laico não devem se misturar com a doutrina religiosa e vice-versa.

Em relação ao caso de Hobby Lobby, ele acredita na vitória judicial da loja, que foi processada em 2013, quando uma cliente teria sido informada por um funcionário de que produtos relacionados a feriados judaicos não eram comercializados, pela política cristã da loja. A empresa pediu desculpas e que abriria uma exceção voltando a vender os produtos em áreas de teste.

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Para concluir, Warren destaca que a postura tomada pelos cristãos em prol da liberdade religiosa é algo que vai além de "uma questão partidária", sendo "um problema americano que envolve a dignidade humana".

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