The Christian Post > Política|Seg, 2 Ago. 2010 20:24 PM EST

Pedido ao Governador de NY Vetar Projeto de Lei de Divórcio sem Causa

PorNathan Black | Repórter do Christian Post tradutor Amanda Gigliotti

Com Nova Yorque convertendo-se no Estado final nos EUA a permitir divórcios sem causa, grupos conservadores, estão instando ao governador do Estado a não dar a luz verde.

Assinar o projeto de lei de divórcio sem causa como lei seria “um grave erro que aumentará, sem dúvida, a taxa de divórcios em 50 por cento e aumentará a verba do Estado em centenas de milhões ao ano,” disse Mike Mc Manus, presidente de Marriage Savers, em um comentário publicado em nove jornais de Nova Yorque.

A coluna de Nova Yorque aprovou uma legislação no mês passado que permitiria a um cônjuge jurar que o matrimônio se desfez por um período de pelo menos seis meses. Sob a lei atual, um dos cônjuges deve alegar uma falta por parte do outro cônjuge, como trato cruel e desumano, adultério, abandono ou confinamento do acusado na prisão.

Nova Yorque é o único Estado que não permite divórcios sem causa.

A Califórnia foi o primeiro no país a adotar uma lei de divórcio sem causa, em 1969. O resto dos Estados aprovaram leis iguais, o que permite a somente um dos cônjuges pôr fim unilateralmente a um matrimônio, explica Mc Manus.

McManus mantém que a lei atual de Nova Yorque tem mantido a taxa estatal de divórcio abaixo dos 38,7 por cento e a assinatura da legislação levaria à taxa igual ao de seus vizinhos, 56 por cento em Nova Jersey e 60 por cento em Connecticut.

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Os custos sociais de uma maior taxa de divórcios são altos, sugeriu.

“Os divorciados vivem vidas mais curtas: homens, 10 anos menos, mulheres e crianças, quatro anos menos,” disse McManus, autor de How To Cut America’s Divorce Rate in Half. “As filhas de pais divorciados também são três vezes mais sucetíveis a ficarem grávidas na adolescência ou serem expulsas da escola, são de cinco a seis vezes mais propensas a viverem inapropriadamente ou de cometerem suicídio e três vezes mais propensas a irem para a prisão.”

Barbara Dafoe Whitehead, que dirige o John Templenton Center for Thrift and Generosity no Institute for American Values, também apontou os efeitos do divórcio nas crianças. Em um comentário para o The New York Times, Whitehead assinalou que, em situações onde os pais têm altos níveis de conflitos, as crianças ficam melhor se seus pais se divorciam. No entanto, nas famílias de baixos níveis de conflitos, as crianças ficam melhor quando os pais ficam juntos. A maioria dos divórcios se produzem hoje em dia com pais em situações de baixos níveis de conflitos, apontou.

Junto com os custos sociais, os oponentes do divórcio sem causa também apontam aos problemas fiscais de uma taxa de divórcio mais alta.

“De acordo com a Heritage Foundation, o custo de cada divórcio aos contribuintes, é em média de 20.000 dólares para programas de bem-estar como Medicaid, selos de comida e outros subsídios,” McManus estabeleceu. “Desde que Nova Yorque seja mais generoso que outros Estados, o custo é mais provável estar na faixa de $276 milhões.”

McManus tem instado o governador David Paterson a vetar a lei e manter uma legislação que motiva os casais a resolverem suas diferenças. E que espera que outros Estados sigam o exemplo.

Com sede em Maryland, Marriage Savers trabalha em colaboração direta com o clero e os legisladores, e tem incentivado durante anos a reforma das leis do país sobre o divórcio sem causa. McManus mantém que em 80 por cento dos casos de divórcio, um dos cônjuges não queria o divórcio. Ele sugere que se substitua o divórcio com causa, por “divórcio de mútuo acordo,” em que ambas as partes do matrimônio devem estar de acordo com o divórcio no caso de adultério, abuso ou abandono não está incluido.

Tais reformas, segundo ele, diminuiriam as taxas de divórcio em 30 por cento.

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