The Christian Post > Política|Sab, 17 Jul. 2010 01:30 AM EST

Professora Cristã Quer Orar Sobre os Degraus do Supremo Tribunal

PorNathan Black | Repórter do Christian Post tradutor Rodrigo L. Albuquerque

Empresa legal cristã ameaçou funcionários do Supremo Tribunal Norte-americano com uma ação judicial, salvo declaração por escrito, que as pessoas podem orar em silêncio no chão do Tribunal.

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    (Foto: AP / Evan Vucci)
    O Supremo Tribunal é visto em Washington, sexta, 9 de abril de 2010.

Uma carta foi enviada pela Alliance Defense Fund, na quinta-feira, em nome de uma professora de Wickenburg, Arizona, que foi proibida por um policial da Suprema Corte em maio de orar com seus alunos sobre os degraus do Tribunal.

"Não há nenhuma razão para silenciar as atividades da Sra. Rigo já que estas atividades não atraem a atenção, criam uma multidão, ou desprendem a aparência de parcialidade," afirma Nate Kellum, Consultor Sênior da ADF, na carta. "A proibição de orações particulares não podem esperar sobreviver ao escrutínio da Primeira Emenda."

Maureen Rigo é uma professora da Wickenburg Christian Academy, uma escola de quase 20 anos, que fornece educação centrada em Cristo e cuidados infantis para os alunos da pré-escola até a oitava série. Ela e um grupo de 10 alunos e três pais viajaram para Washington, DC, na semana de 03-07 de maio, em uma visita de estudo de Descobrimentos Cristãos (Christian Discoveries).

Em 5 de maio, o grupo tirou fotos na escadaria diante do Tribunal Supremo e, em seguida, se reuniram para o lado, no topo do nível inferior dos degraus para orar. Eles estavam em um círculo, curvaram a cabeça e começaram a orar em um nível de conversação quando um policial parou.

Ele disse à Rigo, "Minha senhora, eu não vou dizer que você não pode orar, mas não pode fazê-lo aqui. Por favor, vá em outro lugar," conforme relatado por SonoranNews.com. Ela perguntou: "Desde quando?" E ele respondeu: "Esta semana."

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Eles se mudaram para o nível da rua e oraram na calçada.

O incidente aconteceu um dia antes do Dia Nacional de Oração, um evento anual de oração, que foi declarado inconstitucional no início deste ano por um juiz federal.

Rigo já percorreu a capital da nação com seus alunos durante vários anos, mas esta foi a primeira vez que eles não foram autorizados a orar em monumentos nacionais.

"Os Cristãos não devem ser silenciados pelo exercício de suas crenças através de oração silenciosa em propriedade pública," diz Kellum da ADF. "O último lugar que você esperaria esse tipo de desrespeito óbvio para a Primeira Emenda seria nos degraus do Supremo Tribunal Norte-americano em si, mas isso foi o que aconteceu."

Kellum afirma na carta aos funcionários do Supremo Tribunal que Rigo e seus alunos não estavam orando muito alto para serem ouvidos ou tentando atrair atenção. Eles estavam, simplesmente, comunicando-se uns com os outros e com Deus, disse ele.

Ele ainda acusa o gestor de discriminação de ponto de vista por silenciar as orações que foram feitas em um nível de conversação, mas permitindo que as pessoas conversassem umas com as outras nos degraus da Suprema Corte.

"Evidentemente, que as pessoas podem participar em todos os tipos de expressão de conversação nos pisos do Supremo Tribunal, a menos que a expressão envolva a oração," argumenta Kellum.

Rigo manifestou seu desejo de voltar ao Tribunal e engajar-se em oração, sem medo de punição. Kellum tem, portanto, exigido que os funcionários do Supremo Tribunal forneçam um aviso por escrito permitindo que Rigo participe das orações em nível de conversação. Caso contrário, eles iriam tomar medidas legais.

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