The Christian Post > Política|Qui, 4 Nov. 2010 16:42 PM EST

Reclamação Contra Anunciante de Companheira Cristã Rejeitada

PorNathan Black | Repórter do Christian Post tradutor Rodrigo L. Albuquerque

O Departamento dos EUA de Habitação e Desenvolvimento Urbano (HUD) rejeitou recentemente uma queixa de direitos civis que culpava de discriminação de habitação, uma mulher que procurava uma companheira cristã.

Após uma investigação, o departamento determinou que não havia motivo razoável para a acusação e que nenhuma prática discriminatória de moradia tinha ocorrido.

A queixa foi apresentada em setembro pelo Centro de Moradia Justa do Oeste de Michigan, após uma mulher de 31 anos colocar um anúncio em seu quadro de avisos da Igreja. Uma parte do anúncio afirma: "Eu estou procurando uma companheira cristã."

O Centro de Moradia Justa sustentou que "a indicação expressa uma preferência ilegal por um colega Cristão, excluindo assim as pessoas de outras religiões." O centro acusou a mulher de violar o Ato da Emenda de Moradia Justa de 1988 que torna ilegal fazer, imprimir ou publicar qualquer aviso prévio, no que diz respeito à venda ou arrendamento de uma habitação, que indique qualquer preferência, limitação ou discriminação baseada na raça, religião, cor e sexo, entre outras coisas.

O Assessor Sênior Jurídico da Alliance Defense Fund (ADF), Joel Oster, defendeu a mulher em uma carta no mês passado, dizendo que ela é uma pessoa única e não um proprietário, e não é proibido por lei procurar um companheiro Cristão.

A mulher é proprietária de uma casa de três quartos e nenhuma outra propriedade residencial.

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Enquanto a HUD rejeitou a denúncia, ele observou que tais declarações que indicam uma preferência baseada em religião são, em geral, proibidas. Mas o departamento de habitação decidiu que, nesta questão específica, o Ato da Emenda de Moradia Justa não foi violado.

"à luz dos fatos apresentados e depois de avaliar o contexto original da propaganda e da relação companheiros envolvidos nesta situação particular envolvendo uma eventual partilha de crenças religiosas pessoais, o Departamento defere para considerações Constitucionais, em sua conclusão. Assim, o Departamento encontra que não há motivo razoável para acreditar que a lei foi violada neste assunto."

Apesar da rejeição, a FDA diz que a luta não acabou.

A FDA assinalou que a cidade paga o Centro de Moradia Justa do Oeste de Michigan por um determinado número de queixas de discriminação de moradia, de acordo com um contrato assinado entre as duas entidades.

"Há uma preocupação real, quando um grupo de interesse especial como este centro tem um incentivo financeiro da cidade por apresentar queixas diversas," disse Oster. "Esta acusação nunca deveria ter sido apresentada. é incerto e leviano sugerir que uma simples senhora pode ser multada pelo governo por simplesmente procurar uma companheira cristã para compartilhar a sua casa de 900 metros quadrados."

A ADF também está considerando uma ação judicial para derrubar a lei de moradia de "anti-discriminação," que considera a problemática.

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