The Christian Post > Política|Qui, 24 Jun. 2010 13:35 PM EST

Relatório: Jovens Evangélicos e Progressistas

PorJennifer Riley | Repórter do Christian Post tradutor Rodrigo L. Albuquerque

Há “oportunidades significativas” para jovens brancos evangélicos e progressistas encontrarem uma base comum sobre as questões sociais nos pontos controversos, mostra um novo relatório.

  • Young Evangelicals
    (Foto: AP /Victor R. Caivano)
    Jovens oram na "Marcha para Jesus" durante o feriado de Corpus Christi em São Paulo, Brasil, em 26 de maio de 2010.
  • Young Evangelicals
    (Imagens AP)
    Cristãos Evangélicos pousam com um mascote durante a performance reencenando a entrada de Josué em Jericó, organizado pela Embaixada Cristã Internacional de Ein Gedi, na costa do Mar Morto, quinta-feira.
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Brancos evangélicos de até 35 anos são menos prováveis do que evangélicos mais velhos de se identificarem a como conservativos e são mais favoráveis às soluções do governo aos problemas sociais, de acordo com o relatório “Além da lacuna de Deus: Uma Nova Rota para Alcançar os Norte-americanos Religiosos nas Questões de Políticas Públicas” (Beyond the God Gap: A New Roadmap for Reaching Religious Americans on Public Policy Issues) pela Third Way e a Public Religion Research.

Eles também são mais favoráveis ao reconhecimento legal de casais de gays e lésbicas.

“Nós não pretendemos que o conectar dessas divisões seja fácil. Mas há mais em comum do que é muitas vezes esperado, e com uniformização, há oportunidade,” disse o autor do relatório.

A Third Way é um tanque de pensamento moderado do movimento progressivo de Washington, D.C. que tenta encontrar novos métodos para os problemas difíceis, incluindo como os conservadores religiosos e progressistas podem encontrar maneiras para trabalharem juntos.

O grupo, juntamente com a PRR, descobriu que havia uma diferença geracional entre os evangélicos brancos sobre questões de gays e lésbicas.

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Jovens evangélicos brancos eram de duas vezes mais favoráveis do que a população branca evangélica em geral em apoiar o casamento homossexual, 24 por cento a 10 por cento. A parcela de jovens evangélicos brancos que apoiam a permissão de casamento entre os parceiros gays e lésbicas é relativamente pequena, mas mostra mudanças significativas em relação aos seus antecessores.

Eles foram um pouco mais favoráveis às uniões civis para casais do mesmo sexo (28 por cento) do que do casamento gay. Notavelmente, entretanto, não há diferença real em apoio à união civil entre jovens evangélicos brancos e a população evangélica branca em geral (27 por cento).

Globalmente, a maioria (52 por cento) dos jovens evangélicos brancos apoiam tanto a união civil ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Em comparação, apenas 37 por cento da parcela da população global evangélica têm a mesma opinião.

Tanto a população evangélica branca global quanto a evangélica branca jovem mostraram um salto significativo em prol da união de pessoas do mesmo sexo se dada a garantia de liberdade religiosa que "nenhuma Igreja ou congregação seria exigida realizar casamentos de casais homossexuais."

O apoio brancos evangélicos saltou de 10 para 20 por cento, e com o apoio branco jovem evangélico de 24 por cento a 35 por cento.

Enquanto os evangélicos de todas as idades estão ainda em total oposição ao reconhecimento legal de casais do mesmo sexo, menos da metade dos jovens evangélicos brancos se identificariam como politicamente conservadores (47 por cento), de acordo com o Estudo da Pew Forum Landscape em 2007. A maioria dos evangélicos como um todo (56 por cento) se identifica como politicamente conservadora.

A PRR e a Third Way também descobriram que, ao contrário dos evangélicos mais velhos (65 anos ou mais), a geração mais jovem (idade 18-29) é mais favorável a um governo maior (58 por cento a 25 por cento).

E por causa de sua ênfase no individualismo da fé em termos de relacionamento pessoal com Deus e responsabilidade pelos pecados, os evangélicos tendem a levar essa perspectiva sobre a sua visão política. A maioria dos evangélicos como um todo ainda preferem um governo pequeno (53 por cento).

Jovens evangélicos brancos são mais propensos do que os evangélicos mais velhos de apoiar ao governos, prestando serviços sociais.

O relatório, divulgado quarta-feira, também inclui estudos sobre as opiniões e atitudes dos Protestantes tradicionais, Africano Protestantes e Católicos Romanos, com o objetivo de ajudar aqueles não familiarizados com as pessoas de fé para superar os estereótipos e encontrar as causas mais comuns sobre temas políticos.

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