The Christian Post > Cristianismo|Qui, 6 Jun. 2013 16:20 PM EST

Silas Malafaia defende igrejas evangélicas que realizam festas juninas ‘O foco é Jesus’

Para o pastor, a festa de origem pagã, reditada pelos evangélicos, pode ajudar na evangelização de pessoas

PorAdoniran Peres | Correspondente do The Christian Post

O pastor Silas Malafaia, líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, abordou em um artigo, fazendo comparações, sobre as festas juninas tradicionais que acontecem todos os anos em todo o Brasil, e as juninas gospels, realizadas por igrejas evangélicas. Segundo Malafaia, as festas juninas evangélicas têm como foco principal louvar a Jesus e as tradicionais com foco nas comidas, danças, entre outras celebrações de origem pagãs, que foram trazidas ao Brasil pelos portugueses.

  • malafaia
    (Foto: Reprodução/YouTube)
    Pastor Silas Malafaia no programa Super Pop, da RedeTV!, em 15 de abril de 2013.

Segundo Malafaia, a festas juninas foram reeditadas pelos evangélicos com o objetivo de aproveitar a época e o formato das festas para promoverem eventos de celebração e evangelismo. “Essas festas folclóricas foram reeditadas pelos evangélicos para fins evangelísticos; para atrair as pessoas que vão a festas juninas tradicionais. O foco não são as comidas típicas nem promover cantores de forró gospel, e sim Jesus”.

Para Malafaia a festa dos evangélicos foi criada para atrair as pessoas que vão a festas juninas tradicionais e serve como instrumento de levar conhecimento para aqueles que não conhecem o evangelho. “Muitas pessoas que não conhecem o evangelho podem ouvir canções que falam do amor de Deus, receber uma oração e ter a oportunidade de entregar sua vida a Cristo. No mínimo, ela terá a oportunidade de travar contato com os cristãos, constatar sua alegria saudável e despertar para o fato de que Deus está de braços abertos para ela também experimentar novidade de vida”.

Malafaia cita como diferencial cristão das festas promovidas pelas igrejas evangélicas por não ter bebidas, drogas, sendo o foco principal Jesus. “Não há bebidas alcoólicas, drogas, brigas nem idolatria. Esse diferencial chama a atenção dos que não conhecem Cristo. Para isso, é claro, todos os que estão envolvidos com a festa jesuína precisam ser sábios em suas atitudes e comportar-se com cordialidade e simpatia, sem deixar de ser sal da terra e luz do mundo, a fim de atrair os pecadores a Cristo”.

Malafaia explicou que as festas tradicionais conhecidas como jesuínas, pelo fato de a festa junina, que as inspirou, se relacionar à festa pagã do solstício de verão. Segundo ele, a festa foi reeditada pelos católicos na Idade Média, passando a ser conhecida primeiramente como festa joanina, por comemorar São João, o apóstolo João, e posteriormente como junina, por ser celebrada no mês de junho.

A festa entrou no folclore brasileiro por influência da colonização dos portugueses, na qual as comidas típicas, as canções e as roupas caipiras são uma clara referência ao povo campestre, que povoou principalmente o nordeste do Brasil. “Os enfeites de papel, os balões de ar quente e a bombinhas de pólvora apontam para as novidades que os portugueses descobriam nos continentes que visitavam e exploravam”, completa Malafaia.

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Quanto as divergências que ocorrem a respeito do tema, Malafaia orienta os seus leitores: “Respeite aqueles que são mais tradicionais e não apoiam de maneira alguma as festas jesuínas. Mas não critique os que aproveitam essa festividade”.

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