The Christian Post > Tecnologia|Sex, 20 Abr. 2012 14:15 PM EST

Stephen Hawking faz testes com leitor de pensamentos‎

PorLuciano Portela | Colaborador do The Christian Post

O físico Stephen Hawking já possui todo um aparato tecnológico que possibilita sua comunicação com outros indivíduos, limitada por sua paralisia.

  • stephen hawking
    (Foto: AP Foto: / AP Wire, David Parry)
    Nesta foto de 29 abril de 2010, Stephen Hawking assiste a primeira prévia do seu novo show para o Discovery Channel, o Universo de Stephen Hawking. Em entrevista ao jornal inglês “The Guardian,” neste domingo, o físico teórico e cosmológico Stephen Hawking afirmou que a vida após a morte é apenas um “conto de fadas,” 16 de maio de 2011.
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Acostumado a se superar, ele surgiu há pouco tempo com uma fita na cabeça com um pequeno aparelho que permite com que uma pessoa transmita seus pensamentos para outra pessoa, segundo revelou o site da revista Info.

O dispositivo chamado iBrain faz parte de uma sequência de operações e componentes neurais portáteis que tem o objetivo de controlar algumas enfermidades ligadas à mente.

Elaborado por um grupo de especialistas comandados pelo neurocientista Philip Low, o iBrain poderá substituir os testes efetuados em laboratórios do sono, que consomem tempo e dinheiro.

"O iBrain pode coletar dados em tempo real na própria cama do paciente, ou quando ele está vendo TV ou fazendo qualquer outra coisa", comentou Low sobre o benefício do iBrain.

O aparelho pode recolher ondas a partir de sinais elétricos enviados pelo cérebro.

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As ondas emitidas alteram sua cor de acordo com os movimentos exercidos pela mente ou com alguma perturbação provocada por doenças da cabeça.

Para aperfeiçoar a leitura destas ondas, o neurocientista procurou o auxílio de Hawking, para verificar o funcionamento do iBrain.

"A ideia é ver se Stephen consegue usar sua mente para criar um padrão consistente e reproduzível que um computador possa traduzir em, digamos, uma palavra, letra ou comando computacional", afirmou Philip Low.

Com um algoritmo, com o nome de SPEARS, a equipe de Low pôde perceber claramente os pensamentos de Stephen Hawking como sinais.

A empresa de Philip Low responsável pelo projeto, NeuroVigil, fará o mesmo experimento com outras pessoas com doenças neurodegenerativas.

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