The Christian Post > Cotidiano|Seg, 16 Jul. 2012 14:53 PM EST

Suzane Richthofen, pastora evangélica? secretaria não confirma informação

PorAndrea Madambashi | Repórter do The Christian Post

A Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo (SAP) não confirma a informação divulgada pelo Fantástico de que a presa que chocou o país por seu crime, Suzane Richthofen, teria se tornado pastora evangélica.

  • Suzane Richthofen
    (Foto: Divulgação)
    Suzane Richthofen, condenada de matar os pais, é condenada a 39 anos de prisão.

O The Christian Post entrou em contato com a SAP que disse que não não confirma a informação, alegando que a reportagem do programa da Globo havia sido feito sem autorização.

Segundo a reportagem, Suzane é uma das presidiárias que convivem com a mais nova presa, a famosa Elize Matsunaga, que matou e esquartejou o marido, o diretor-executivo daYoki, Marcos Matsunanga, e Anna Carolina Jatobá, que foi condenada pelo assassinato da enteada, Isabella Nardoni.

Leia também: Suzane Richthofen, que matou os pais, vira 'pastora evangélica' e choca o país

A reportagem informou que Suzane seria atualmente pastora evangélica. Apesar de não haver confirmação sobre se ela teria se tornado realmente pastora, em uma outra reportagem do Fantástico em 2009, a jovem estaria já frequentando cultos evangélicos. Os funcionários na época disseram que a consideravam uma "presa exemplar".

A informação gerou debates imediatos na internet, com muitos afirmando ser este mais um plano da moça para sair da prisão ou para ganhar mais dinheiro.

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Suzane Richthofen foi condenada por matar os pais, Manfred Albert Freiherr von Richthofen e Marísia von Richthofen, a “golpes de pau” juntamente com Daniel, seu namorado na época, e o irmão de Daniel. O crime ocorreu em 2002.

O motivo do assassinato teria sido a não aceitação do namoro dela com Daniel pelos pais, além de um suposto interesse na herança que seria deixada por eles. Suzane foi condenada a 39 anos de prisão.

Depois do crime, a jovem revelou-se ser uma pessoa dissimulada e foi apontada como “fria” por especialistas e oficiais da justiça. "Ela é fria, calculista e impetuosa", disse o delegado Domingos de Paulo Neto, que dirigia o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa de São Paulo, na época.

Em uma entrevista ao Fantástico em 2006, Suzane perdeu mais ainda a confiança das pessoas, quando foi descoberta recebendo orientações para demonstrar ser uma pessoa frágil e até mesmo chorar diante das câmeras. Suzane chegou a interromper a entrevista por onze vezes para chorar, mas não derramou lágrimas em nenhuma delas.

Suzane, entretanto, pode ter mudado durante o tempo em que ficou presa, segundo alguns especialistas no assunto.

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