The Christian Post > Política|Qua, 3 Abr. 2013 16:58 PM EST

‘Tem muita gente gritando para que continue’, diz Feliciano em reunião que passou a ser fechada para manifestantes

Reunião da CDHM aprovou medida que impede a entrada de manifestantes nas próximas reuniões

PorAdoniran Peres | Correspondente do The Christian Post

Diante de mais protestos para que renuncie a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), o deputado federal, Marco Feliciano (PSC-SP), se reuniu para nova sessão, em portas fechadas, nesta quarta-feira (3), e disse que tem muita gente gritando para que ele continue no cargo.

  • Comissão de Direitos Humanos
    (Foto: Divulgação/PSC)
    Comissão de Direitos Humanos presidida pelo deputado Pastor Marco Feliciano.

Na sessão, o deputado propôs uma medida para impedir a entrada de manifestantes nas próximas reuniões do colegiado, que teve foi aprovada. Feliciano justificou que está 'sangrando' com a decisão, mas precisa "trabalhar e mostrar ao Brasil a cara da comissão".

Antes do início da reunião, quando foi questionado se pretende permanecer na presidência da CDHM mesmo com tantas pessoas pedindo sua saída, Feliciano argumentou que tem muita gente querendo que ele fique. "Tem muita gente também gritando para que eu continue no cargo, não está ouvindo?”

Na reunião desta quarta-feira, os manifestantes a favor e contra a permanência do deputado Feliciano tiveram que acompanhar a sessão nos corredores da Casa. Segundo Feliciano, a medida tem previsão regimental e apesar de não dar um prazo para que voltem a ser abertas, ele garante que não será para sempre.

Para impedir a entrada dos manifestantes e garantir a circulação dos parlamentares e jornalistas nos corredores próximos aos plenários, os policiais legislativos montaram um esquema de segurança nas proximidades da comissão.

Na reunião foram aprovados alguns requerimentos, como: moção de repúdio às declarações consideradas homofóbicas do presidente e candidato a presidente da Venezuela, Nicolás Maduro; contra o candidato da oposição, Henrique Capriles, além do pedido investigação do concurso da Polícia Civil da Bahia, que solicitava comprovante de virgindade e o pedido de audiências públicas sobre a saúde e violência contra a mulher indígena.

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